Entidades se mantêm vigilantes sobre ameaça de Bolsonaro privatizar o SUS

‘Não podemos baixar a guarda’, diz presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) após Bolsonaro ameaçar reeditar decreto que privatiza o SUS

(Foto: ABr)
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247 - As entidades e profissionais vinculados à defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) estão se mobilizando, depois de o presidente da República afirmar que vai reeditar o decreto que abriria as portas para a privatização das UBSs, revogado na quarta-feira (28), um dia depois de ser publicado no Diário Oficial.  

“Se o decreto foi revogado, a ideia não acabou. Não podemos baixar a guarda. Neste momento é fundamental fortalecer o SUS. É possível. Temos caminhos”, diz a presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Gulnar Azevedo e Silva. 

Segundo ela, as entidades e profissionais estão organizando um ato importante e mobilizações em defesa do SUS. Já na segunda-feira (2), farão uma reunião para definir datas e estratégias. “Mas estamos tendo apoio dos profissionais. A sociedade acordou para defender o SUS. Isso já é um começo”, diz a dirigente, informa o jornalista Eduardo Maretti, da RBA.

 

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