Erundina: "Falta coerência política ao PSB"

Aposta de Marina Silva para disputar o governo de São Paulo e, assim, afastar o PSB de Eduardo Campos do tucano Geraldo Alckmin, deputada federal evita entrar na polêmica mas não descarta candidatura: “Não podemos colocar as coisas nesses termos, para não quebrar a unidade PSB-Rede”; sem citar diretamente a responsabilidade de Campos na falta de sentido político nos acordos regionais, ela culpa a “lógica eleitoral que se superpõe a tudo” 

Aposta de Marina Silva para disputar o governo de São Paulo e, assim, afastar o PSB de Eduardo Campos do tucano Geraldo Alckmin, deputada federal evita entrar na polêmica mas não descarta candidatura: “Não podemos colocar as coisas nesses termos, para não quebrar a unidade PSB-Rede”; sem citar diretamente a responsabilidade de Campos na falta de sentido político nos acordos regionais, ela culpa a “lógica eleitoral que se superpõe a tudo” 
Aposta de Marina Silva para disputar o governo de São Paulo e, assim, afastar o PSB de Eduardo Campos do tucano Geraldo Alckmin, deputada federal evita entrar na polêmica mas não descarta candidatura: “Não podemos colocar as coisas nesses termos, para não quebrar a unidade PSB-Rede”; sem citar diretamente a responsabilidade de Campos na falta de sentido político nos acordos regionais, ela culpa a “lógica eleitoral que se superpõe a tudo”  (Foto: Roberta Namour)
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247 – Cogitada por Marina Silva para disputar o governo de São Paulo e assim afastar o PSB de Eduardo Campos do tucano Geraldo Alckmin, a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) se diz contra a estratégia desenhada pelo partido: "A certeza que tenho é que não há coerência política a ponto de se conseguir dar unidade a alianças que podem ser reproduzidas no resto do país".

Em entrevista à Folha de S. Paulo, Erundina evita criticar Campos e diz que a culpa é da “lógica eleitoral que se superpõe a tudo”. Segundo ela, Marina Silva pode dar outro rumo à sigla: “A junção entre PSB e Rede é salutar, é a construção coletiva de um processo novo e vamos acumular para, se não for nessa eleição, introduzir algo novo num futuro que espero ser próximo”.

Sobre o quadro em São Paulo, ela defende candidatura própria junto com a Rede para construir uma nova força política e quebrar a polarização PT-PSDB. “Essa história de palanque duplo, palanque triplo, é um absurdo, é contribuir para esse quadro político caótico”. Questionada sobre sua intenção de se candidatar, ela diz que se trata de um processo complexo. “Não podemos colocar as coisas nesses termos, para não quebrar a unidade PSB-Rede”.

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