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'Escândalo na Petrobras não afeta minha campanha'

Líder nas intenções de votos, o candidato ao governo de Minas Gerias Fernando Pimentel (PT) afirmou que os escândalos referentes a propinas em contratos da Petrobras não afetam a sua campanha; ao MGTV 1ª Edição, o petista disse que o "eleitor mineiro é maduro, e vota "consciente"; "O eleitor sabe o tipo de proposta que ele quer. (A nossa) é diferente dos outros candidatos e é isso que está nos impulsionando", disse o ex-ministro

Líder nas intenções de votos, o candidato ao governo de Minas Gerias Fernando Pimentel (PT) afirmou que os escândalos referentes a propinas em contratos da Petrobras não afetam a sua campanha; ao MGTV 1ª Edição, o petista disse que o "eleitor mineiro é maduro, e vota "consciente"; "O eleitor sabe o tipo de proposta que ele quer. (A nossa) é diferente dos outros candidatos e é isso que está nos impulsionando", disse o ex-ministro (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 – Líder nas intenções de votos, o candidato ao governo de Minas Gerias Fernando Pimentel (PT) afirmou, nesta terça-feira (16), que os escândalos referentes a propinas em contratos da Petrobras não afeta a sua campanha. Ao MGTV 1ª Edição, o petista disse que o "eleitor mineiro é maduro, e vota "consciente".

"O eleitor sabe o tipo de proposta que ele quer. (A nossa) é diferente dos outros candidatos e é isso que está nos impulsionando", disse o ex-ministro. Segundo ele, o partido político é apenas uma referência, mas não o ponto central em uma candidatura, e sim o programa de governo. "Estou convicto de que o nosso programa é o melhor no momento", acrescentou.

Pimentel tem mencionado pouco o seu partido em propagandas partidárias, segundo o MGTV. Questionado se seria uma estratégia para "descolar" a imagem do PT à sua candidatura, devido ao 'mensalão' e aos escândalos na Petrobras, Pimentel disse não ter "motivo para esconder a sua filiação".

"Os mineiros me conhecem bem. Partidos são importantes. Para fazer política tem que ter partido. Agora, mais importante do que partido é construção de consensos necessários para governar", disse o petista.

O ex-ministro disse, ainda, que se for eleito não vai privilegiar filiados do PT em seu governo. "Eles serão tratados como integrantes de qualquer outro partido. Tenho trajetória grande na vida publica e em nenhum momento privilegiei esse ou aquele partido. Vou procurar escolher os melhores", complementou.