Escândalos da Embraforte serão investigados na Assembleia

Em requerimento protocolado à comissão de Direitos Humanos da Assembleia, foi solicitada uma audiência que investigue os escândalos que envolvem a Embraforte; o motivo principal é a acusação de trabalho escravo, nos artigos 149 e 203 do Código Penal em um processo que tramita no Tribunal Regional Federal (TRF), que está ligado ao caso de roubo de R$ 22 milhões do Banco do Brasil pela coação de seus funcionários; também deve ser investigada a influência de Renata Vilhena, irmã e tia dos proprietários da Embraforte que foi secretária de planejamento dos governos tucanos em Minas entre 2006 e 2014

Em requerimento protocolado à comissão de Direitos Humanos da Assembleia, foi solicitada uma audiência que investigue os escândalos que envolvem a Embraforte; o motivo principal é a acusação de trabalho escravo, nos artigos 149 e 203 do Código Penal em um processo que tramita no Tribunal Regional Federal (TRF), que está ligado ao caso de roubo de R$ 22 milhões do Banco do Brasil pela coação de seus funcionários; também deve ser investigada a influência de Renata Vilhena, irmã e tia dos proprietários da Embraforte que foi secretária de planejamento dos governos tucanos em Minas entre 2006 e 2014
Em requerimento protocolado à comissão de Direitos Humanos da Assembleia, foi solicitada uma audiência que investigue os escândalos que envolvem a Embraforte; o motivo principal é a acusação de trabalho escravo, nos artigos 149 e 203 do Código Penal em um processo que tramita no Tribunal Regional Federal (TRF), que está ligado ao caso de roubo de R$ 22 milhões do Banco do Brasil pela coação de seus funcionários; também deve ser investigada a influência de Renata Vilhena, irmã e tia dos proprietários da Embraforte que foi secretária de planejamento dos governos tucanos em Minas entre 2006 e 2014 (Foto: Luis Mauro Queiroz)

Minas 247 - Foi protocolado, na tarde desta sexta-feira (26), um requerimento subscrito pelo deputado Rogério Correia (PT) à comissão de Direitos Humanos da Assembleia para investigar o caso de trabalho escravo envolvendo os proprietários da Embraforte. A empresa de transportes de valores também é acusada de roubar mais de R$20 milhões do Banco do Brasil no processo de depósito dos valores nas agências de Belo Horizonte, Passos e Varginha (leia mais aqui). 

Em seu conteúdo, o documento cita "a violação dos direitos humanos dos trabalhadores" da Embraforte, que foram "coagidos a executarem atividades irregulares no exercício de suas funções". Para a audiência que deve ser realizada com fim de investigar o caso, serão convidados como representantes da empresa o proprietário Marcos André Paes de Vilhena e seu braço direito, o gerente Mário Pereira de Carvalho. Também estão convidados o presidente do Sindicato dos Empregados das Empresas de Transportes de Valores de Minas (Sintrav/MG), Emanuel Sady e o delegado da Polícia Civil (PC) Cláudio Utsch. 

Uma das possíveis pautas da investigação é a relação de influência da irmã e tia dos proprietários da Embraforte Renata Vilhena,  que foi secretária de Planejamento de Minas nos governos tucanos de 2006 a 2014. Segundo Cláudio, autor do inquérito que incrimina os donos da empresa, “O poder de Renata esteve sempre pronto a auxiliar o irmão (Marcos Vilhena)”.  A primeira audiência do caso deve ocorrer na próxima semana, na comissão de Direitos Humanos da Assembleia de Minas. 

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