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Eunício defende queda de Cunha e ataca Ciro

“Acho que ele não tem mais nenhuma condição do ponto de vista ético de presidir a Câmara”, disse o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) sobre o colega de partido, em entrevista na manhã desta sexta-feira (6). Questionado sobre as críticas que vem sofrendo de Ciro Gomes (PDT) sobre seus negócios, Eunício declarou que não quer ver “batedor de carteira gritando pega ladrão”. “Maus feitos tem feito o senhor Ciro Gomes, que colocou R$ 5 ou R$ 7 bilhões do Ministério da Integração, dinheiro público, numa empresa chamada Transnordestina, e foi ser o presidente dessa empresa no dia seguinte”

“Acho que ele não tem mais nenhuma condição do ponto de vista ético de presidir a Câmara”, disse o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) sobre o colega de partido, em entrevista na manhã desta sexta-feira (6). Questionado sobre as críticas que vem sofrendo de Ciro Gomes (PDT) sobre seus negócios, Eunício declarou que não quer ver “batedor de carteira gritando pega ladrão”. “Maus feitos tem feito o senhor Ciro Gomes, que colocou R$ 5 ou R$ 7 bilhões do Ministério da Integração, dinheiro público, numa empresa chamada Transnordestina, e foi ser o presidente dessa empresa no dia seguinte” (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará247 - Um dos principais nomes do PMDB no Congresso Nacional, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) defendeu a queda do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em entrevista na manhã desta sexta-feira (6), à rádio O POVO/CBN. “Acho que ele não tem mais nenhuma condição do ponto de vista ético de presidir a Câmara. O sr. Eduardo Cunha tem direito de defesa, mas há um desgaste político, e eu compreendo que ele não tem mais, do ponto de vista político, condições de presidir a Câmara e de ser o terceiro brasileiro na hierarquia do poder”, declarou o senador cearense.

Eunício também rebateu as críticas que vem sofrendo do ex-governador Ciro Gomes (PDT), que publica constantemente em seu Facebook notícias sobre os negócios do parlamentar. “Maus feitos tem feito o senhor Ciro Gomes, que colocou R$ 5 ou R$ 7 bilhões do Ministério da Integração, dinheiro público, numa empresa chamada Transnordestina, e foi ser o presidente dessa empresa no dia seguinte. Malversação de dinheiro público fez o senhor Ciro Gomes quando ministro da Integração Nacional. Já esqueceram o caso Dnocs? Já esqueceram um diretor do BNB, com carta escrita inclusive, buscando valores de empresários? Já esqueceram o que aconteceu com a saúde pública do Ceará e tornou-se a pior do Brasil? Não vou fazer embate. Agora, não quero ver batedor de carteira gritando pega ladrão”, disse Eunício.

Questionado sobre quem seria o ‘batedor de carteira’, o senador explicou que falava no “sentido figurado”. “Pessoas que não têm o comportamento ilibado cobrando ética, quando todos nós sabemos o que aconteceu no Governo do Estado”, esclareceu.