Eunício evita comentar ação da PF que investiga filho de Edson Lobão

Sem querer comentar a Operação Leviatã, que cumpriu mandados de busca e apreensão na sede da empresa presidida por Márcio Lobão, filho do senador e ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão (PMDB-MA), o presidente do Senado, Eunício Oliveira disse apenas que os diversos desdobramentos da Operação Lava Jato são “um sinal de que as instituições estão funcionando”

Sem querer comentar a Operação Leviatã, que cumpriu mandados de busca e apreensão na sede da empresa presidida por Márcio Lobão, filho do senador e ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão (PMDB-MA), o presidente do Senado, Eunício Oliveira disse apenas que os diversos desdobramentos da Operação Lava Jato são “um sinal de que as instituições estão funcionando”
Sem querer comentar a Operação Leviatã, que cumpriu mandados de busca e apreensão na sede da empresa presidida por Márcio Lobão, filho do senador e ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão (PMDB-MA), o presidente do Senado, Eunício Oliveira disse apenas que os diversos desdobramentos da Operação Lava Jato são “um sinal de que as instituições estão funcionando” (Foto: Fatima 247)

O senador Eunício Oliveira não quis comentar a operação realizada pela Polícia Federal, hoje (16), que cumpriu mandados de busca e apreensão na sede da empresa do Banco do Brasil que administra títulos de capitalização, a Brasilcap, no Rio de Janeiro. A empresa é presidida desde setembro de 2007 por Márcio Lobão, filho do senador e ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão (PMDB-MA).  As investigações também envolvem o senador Edison Lobão, atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado. À época das irregularidades, Lobão era o ministro de Minas e Energia.

À imprensa, Eunício Oliveira, que é do PMDB, mesmo partido de Edison Lobão e de outros citados no esquema investigado, disse que os diversos desdobramentos da Operação Lava Jato são “um sinal de que as instituições estão funcionando”.

A operação da PF, batizada de Leviatã e autorizada pelo ministro Edson Fachin, cumpriu também mandados em imóveis em Belém, pertencentes a Márcio Lobão. A ação faz parte da Operação Leviatã, para aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos das obras de construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e pagamento de propina a partidos políticos. A investigação corre em segredo de Justiça, mas, segundo a PF, o nome de Márcio Lobão está entre os que foram citados por depoentes. Também está entre os investigados o ex-senador pelo PMDB do Pará, Luiz Otávio.

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