Ex-diretor da refinaria Abreu e Lima é indiciado por corrupção

A Polícia Federal indiciou o ex-gerente-geral da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), situada no Litoral Sul de Pernambuco, Glauco Legatti, pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa por envolvimento no esquema descoberto na Petrobras pela Operação Lava Jato; de acordo com o indiciamento, Legatti recebeu vantagens indevidas alcançadas por Shinko Nakandakari, operador financeiro da Galvão Engenharia

A Polícia Federal indiciou o ex-gerente-geral da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), situada no Litoral Sul de Pernambuco, Glauco Legatti, pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa por envolvimento no esquema descoberto na Petrobras pela Operação Lava Jato; de acordo com o indiciamento, Legatti recebeu vantagens indevidas alcançadas por Shinko Nakandakari, operador financeiro da Galvão Engenharia
A Polícia Federal indiciou o ex-gerente-geral da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), situada no Litoral Sul de Pernambuco, Glauco Legatti, pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa por envolvimento no esquema descoberto na Petrobras pela Operação Lava Jato; de acordo com o indiciamento, Legatti recebeu vantagens indevidas alcançadas por Shinko Nakandakari, operador financeiro da Galvão Engenharia (Foto: José Barbacena)

Pernambuco 247 - A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-gerente-geral da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), situada no Litoral Sul de Pernambuco, Glauco Legatti, pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa por envolvimento no esquema descoberto na Petrobras pela Operação Lava Jato.

Também foram indiciados Shinko Nakandakari, apontado pelo Ministério Público Fderal (MPF) como operador financeiro, que tem acordo de colaboração com a força-tarefa da Lava Jato, por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e pertinência a organização criminosa; e Erton Medeiros Fonseca pelos mesmos três crimes. Fonseca era diretor da Galvão Engenharia.

O despacho de indiciamento, assinado pela delegada Renata da Silva Rodrigues, é de 26 de dezembro de 2016. De acordo com o indiciamento, Legatti recebeu vantagens indevidas alcançadas por Shinko Nakandakari, operador financeiro da Galvão Engenharia, para obter benefícios e concessões no âmbito do contrato da RNEST nos anos de 2013 e 2014.

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