Ex- dirigentes da Funed são demitidos

O laboratório foi contratado pela Funed na gestão Aécio Neves após convênio com o Ministério da Saúde para produção de medicamentos contra Aids, que seriam distribuídos através do Sistema Único de Saúde; O laboratório foi contratado sem licitação e os remédios foram comprados com sobrepreço; Segundo a Controladoria Geral do Estado, os medicamentos tinham o valor de R$ 26,83 o milheiro, mas o laboratório recebeu R$66 pelo serviço, um aumento de 250% do valor inicial

O laboratório foi contratado pela Funed na gestão Aécio Neves após convênio com o Ministério da Saúde para produção de medicamentos contra Aids, que seriam distribuídos através do Sistema Único de Saúde; O laboratório foi contratado sem licitação e os remédios foram comprados com sobrepreço; Segundo a Controladoria Geral do Estado, os medicamentos tinham o valor de R$ 26,83 o milheiro, mas o laboratório recebeu R$66 pelo serviço, um aumento de 250% do valor inicial
O laboratório foi contratado pela Funed na gestão Aécio Neves após convênio com o Ministério da Saúde para produção de medicamentos contra Aids, que seriam distribuídos através do Sistema Único de Saúde; O laboratório foi contratado sem licitação e os remédios foram comprados com sobrepreço; Segundo a Controladoria Geral do Estado, os medicamentos tinham o valor de R$ 26,83 o milheiro, mas o laboratório recebeu R$66 pelo serviço, um aumento de 250% do valor inicial (Foto: Luis Mauro Queiroz)

Pautando Minas - Saiu no Diário Oficial do Estado a demissão do ex-presidente da Funed Carlos Alberto Pereira Gomes (2003 a 2011), o ex-vice-presidente Silas Paulo Resende Gouveia (2007 e 2009) e o ex-procurador-chefe Felipe Augusto Moreira Gonçalves (2007 a 2011). Foi comprovada a participação deles em um esquema de fraude para beneficiar o laboratório Blanver.

O laboratório foi contratado pela Funed na gestão Aécio Neves após convênio com o Ministério da Saúde para produção de medicamentos contra Aids, que seriam distribuídos através do Sistema Único de Saúde. O laboratório foi contratado sem licitação e os remédios foram comprados com sobrepreço. Segundo a Controladoria Geral do Estado, os medicamentos tinham o valor de R$ 26,83 o milheiro, mas o laboratório recebeu R$66 pelo serviço, um aumento de 250% do valor inicial.

O projeto começou em 2005, a previsão era de que a fábrica fosse inaugurada em 2009 e em 2010 já fosse fornecido o medicamento à população. O convênio foi encerrado em 2011, sem a conclusão das obras, com diversas denúncias de irregularidades segundo auditoria realizada pela Superintendência Central de Auditoria Operacional da Auditoria Geral do Estado – SCAO/AUGE. O documento aponta que os cofres públicos foram lesados com a demora.

Em dezembro do ano passado, a Funed incinerou de maneira irregular cerca de 40 toneladas de medicamentos que deveriam ser repassados as prefeituras mineiras, porém o prazo de validade acabou expirando nos depósitos.  Eram 40 tipos de remédios produzidos entre 2006 e 2012, no governo do PSDB em Minas. Essa atitude também está sendo investigada pela CGE.

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