Ex-gerente da Abreu e Lima depõe na CPI da Petrobras

Comissão que apura irregularidades na estatal irá ouvir, na quarta-feira 26, o ex-gerente geral de Implementação de Empreendimentos para a Refinaria Abreu e Lima (Rnest), Glauco Colepicolo Legati; ele respondia pela fiscalização do empreendimento que está sendo implantado em Pernambuco; o Ministério Público Federal no estado (MPF-PE) também solicitou à Justiça Federal que repasse para o Paraná o inquérito policial que investiga os contratos suspeitos referentes à implantação da refinaria

Comissão que apura irregularidades na estatal irá ouvir, na quarta-feira 26, o ex-gerente geral de Implementação de Empreendimentos para a Refinaria Abreu e Lima (Rnest), Glauco Colepicolo Legati; ele respondia pela fiscalização do empreendimento que está sendo implantado em Pernambuco; o Ministério Público Federal no estado (MPF-PE) também solicitou à Justiça Federal que repasse para o Paraná o inquérito policial que investiga os contratos suspeitos referentes à implantação da refinaria
Comissão que apura irregularidades na estatal irá ouvir, na quarta-feira 26, o ex-gerente geral de Implementação de Empreendimentos para a Refinaria Abreu e Lima (Rnest), Glauco Colepicolo Legati; ele respondia pela fiscalização do empreendimento que está sendo implantado em Pernambuco; o Ministério Público Federal no estado (MPF-PE) também solicitou à Justiça Federal que repasse para o Paraná o inquérito policial que investiga os contratos suspeitos referentes à implantação da refinaria (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - A CPI da Petrobras, que apura desvios e irregularidades na estatal, irá ouvir, nesta quarta-feira (26), o ex-gerente geral de Implementação de Empreendimentos para a Refinaria Abreu e Lima (Rnest), Glauco Colepicolo Legati, que respondia pela fiscalização do empreendimento que está sendo implantado no Complexo Industrial e Portuário de Suape. Ele foi afastado na semana passada após ter o seu nome incluído em uma investigação interna da Petrobras. Além disso, o Ministério Público Federal em Pernambuco (MPF-PE) também solicitou à Justiça Federal em Pernambuco que repasse para o Paraná o inquérito policial que investiga os contratos suspeitos referentes a implantação da Rnest.

Legati já havia deposto à CPI em junho deste ano. Na ocasião ele negou a existência de superfaturamento nas obras em andamento ou que tenha ocorrido algum erro de projeto na implantação da refinaria pernambucana. De acordo com a Petrobras, as mudanças nos cargos gerenciais se devem ao fato de que as comissões internas da companhia terem identificado que vários procedimentos normativos não teriam sido cumpridos pelos gestores. A Petrobras não confirmou o desligamento dos funcionários que teriam descumprido as normas.

Sobre a decisão da Justiça Federal em Pernambuco de que as investigações sobre irregularidades na Rnest sejam encaminhadas ao Paraná, a justificativa é que é naquele estado está concentrada a investigação desencadeada pela Operação Lava Jato da Polícia Federal. Em Pernambuco, o inquérito que trata exclusivamente dos desvios e denúncias de superfaturamento na Rnest tramita na 35ª Vara Federal.

A Rnest foi anunciada em 2005 e estava orçada incialmente e US$ 2,5 bilhões. Este orçamento, porém, subiu para US$ 18,5 bilhões. Quando estiver operando com 100% de sua capacidade, em 2015, o empreendimento poderá processar até 230 mil barris diários de petróleo. A Rnest está em fase de pré-operação.

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