Ex-gerente de posto diz ter entregue dinheiro a Corrêa

O ex-gerente do posto de gasolina do bairro da Torre, no Recife, que deu origem às investigações da Operação Lava Jato, Ediel Viana da Silva, disse ao juiz federal Sérgio Moro que entregou pessoalmente dinheiro vivo ao ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE); Corrêa cumpre pena no presídio de Canhotinho, no Agreste pernambucano, após ter sido condenado na ação penal 470, mais conhecida como escândalo do mensalão; Ele também é réu na Lava Jato e atualmente está detido em Curitiba;aApós ser condenado a cumprir 7,2 anos de reclusão pelo seu envolvimento na ação penal 470, Pedro Corrêa foi indiciado em uma ação penal da Operação Lava Jato onde é acusado de receber R$ 40,7 milhões em propinas durante os anos de 2004 e 2014

O ex-gerente do posto de gasolina do bairro da Torre, no Recife, que deu origem às investigações da Operação Lava Jato, Ediel Viana da Silva, disse ao juiz federal Sérgio Moro que entregou pessoalmente dinheiro vivo ao ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE); Corrêa cumpre pena no presídio de Canhotinho, no Agreste pernambucano, após ter sido condenado na ação penal 470, mais conhecida como escândalo do mensalão; Ele também é réu na Lava Jato e atualmente está detido em Curitiba;aApós ser condenado a cumprir 7,2 anos de reclusão pelo seu envolvimento na ação penal 470, Pedro Corrêa foi indiciado em uma ação penal da Operação Lava Jato onde é acusado de receber R$ 40,7 milhões em propinas durante os anos de 2004 e 2014
O ex-gerente do posto de gasolina do bairro da Torre, no Recife, que deu origem às investigações da Operação Lava Jato, Ediel Viana da Silva, disse ao juiz federal Sérgio Moro que entregou pessoalmente dinheiro vivo ao ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE); Corrêa cumpre pena no presídio de Canhotinho, no Agreste pernambucano, após ter sido condenado na ação penal 470, mais conhecida como escândalo do mensalão; Ele também é réu na Lava Jato e atualmente está detido em Curitiba;aApós ser condenado a cumprir 7,2 anos de reclusão pelo seu envolvimento na ação penal 470, Pedro Corrêa foi indiciado em uma ação penal da Operação Lava Jato onde é acusado de receber R$ 40,7 milhões em propinas durante os anos de 2004 e 2014 (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O ex-gerente do posto de gasolina do bairro da Torre, no Recife, que deu origem às investigações da Operação Lava Jato, Ediel Viana da Silva, disse ao juiz federal Sérgio Moro que entregou pessoalmente dinheiro vivo ao ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE). Corrêa cumpre pena no presídio de Canhotinho, no Agreste pernambucano, após ter sido condenado na ação penal 470, mais conhecida como escândalo do mensalão. Ele também é réu na Lava Jato e atualmente está detido em Curitiba.

Viana, que não firmou acordo de delação premiada com a Justiça, teria dito que o posto no qual trabalhava recebia empréstimos do doleiro Alberto Youssef. A Operação Lava Jato foi concebida inicialmente para apurar denúncias de lavagem de dinheiro do doleiro em operações com o posto de combustíveis. Ainda segundo o depoimento de Viana, o dinheiro ficava sob a guarda do estabelecimento até que alguém fosse buscar as quantias depositadas. O esquema teria começado "por volta de 2005 e 2006", época em que surgiu o escândalo do mensalão.

O ex-gerente disse, ainda, ter visto Pedro Corrêa em duas ocasiões reunido com o proprietário do local, Pedro Habib Chater, que também é investigado pela Operação Lava Jato. Viana, porém, não soube precisar se Corrêa teria ido lá para pegar o dinheiro. Apesar disso, ele assumiu ter levado "pessoalmente" dinheiro ao apartamento que o ex-parlamentar que mantinha em Brasília. "Tinha uma senhora na época que recebeu (no apartamento de Pedro Corrêa) não sei se era alguma coisa da família. Acho que nas duas vezes foi uma senhora que recebeu (o envelope com dinheiro)" assegurou.

Após ser condenado a cumprir 7,2 anos de reclusão pelo seu envolvimento na ação penal 470, Pedro Corrêa foi indiciado em uma ação penal da Operação Lava Jato onde é acusado de receber R$ 40,7 milhões em propinas durante os anos de 2004 e 2014. O Ministério Público Federal acusa o ex-parlamentar pelos crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro. Corrêa nega as acusações.

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