Ex-prefeita de Estrela de Alagoas será julgada por homicídio

Ângela Garrote, ex-prefeita de Estrela de Alagoas, vai a julgamento por homicídio, nesta terça-feira (16), em Maceió; ela é acusada de mandar matar, em março de 1999, José Roberto Rezende Duarte; o crime teria sido encomendado porque a vítima havia denunciado, aos meios de comunicação, supostas irregularidades de Ângela Garrote e do marido dela à frente da Prefeitura

Ângela Garrote, ex-prefeita de Estrela de Alagoas, vai a julgamento por homicídio, nesta terça-feira (16), em Maceió; ela é acusada de mandar matar, em março de 1999, José Roberto Rezende Duarte; o crime teria sido encomendado porque a vítima havia denunciado, aos meios de comunicação, supostas irregularidades de Ângela Garrote e do marido dela à frente da Prefeitura
Ângela Garrote, ex-prefeita de Estrela de Alagoas, vai a julgamento por homicídio, nesta terça-feira (16), em Maceió; ela é acusada de mandar matar, em março de 1999, José Roberto Rezende Duarte; o crime teria sido encomendado porque a vítima havia denunciado, aos meios de comunicação, supostas irregularidades de Ângela Garrote e do marido dela à frente da Prefeitura (Foto: Voney Malta)
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Alagoas 247 - A ex-prefeita de Estrela de Alagoas Ângela Garrote vai a julgamento por homicídio nesta terça-feira (16), no Fórum do Barro Duro, em Maceió. Ela é acusada de mandar matar José Roberto Rezende Duarte, em março de 1999. 

O crime ocorreu no povoado Canafístula, zona rural de Palmeira dos Índios. De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público (MP/AL), a vítima foi assassinada a tiros por três homens que se passavam por policiais.

O homicídio teria sido encomendado por Ângela Garrote, na época primeira-dama de Estrela de Alagoas. Ainda segundo o MP/AL, o assassinato ocorreu porque José Roberto Duarte teria denunciado, junto aos meios de comunicação, supostas irregularidades de Ângela Garrote e do marido dela à frente da Prefeitura.

A defesa da ré alega que ela não teve envolvimento com o crime. Ângela Garrote foi pronunciada em maio de 2013 e será julgada por homicídio duplamente qualificado (mediante paga ou promessa de recompensa e à traição, por emboscada ou mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima).

O julgamento seria realizado em Palmeira dos Índios, mas levando em conta a repercussão do caso e a influência da família da ré na cidade, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça decidiu transferir o júri para a Capital, em 2015. A sessão será conduzida pelo juiz John Silas da Silva, substituto da 9ª Vara Criminal.

Com gazetaweb.com e assessoria

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