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Executivo que bancou Neymar no PSG é acusado de pagar propina a Valcke

O MP da Suíça informou que abriu um processo contra o ex-secretário-geral da Fifa Jerome Valcke e o diretor da Bein Media Group por corrupção na escolha de contratos de TV para a Copa do Mundo; mas no centro da polêmica está Nasser Al-Khelaïfi, que bancou a transferência recorde de Neymar do Barcelona ao PSG por R$ 821 milhões; "Jérôme Valcke é suspeito de ter aceito vantagens indevidas em relação a acordos de mídia em certos países por parte de um executivo do setor dos direitos esportivos no que se refere às Copas do Mundo de 2018, 2022, 2026 e 2030 e da parte de Nasser Al-Khelaïfi no que se refere às Copas de 2026 e 2030", disse um comunicado do MP suíço

O MP da Suíça informou que abriu um processo contra o ex-secretário-geral da Fifa Jerome Valcke e o diretor da Bein Media Group por corrupção na escolha de contratos de TV para a Copa do Mundo; mas no centro da polêmica está Nasser Al-Khelaïfi, que bancou a transferência recorde de Neymar do Barcelona ao PSG por R$ 821 milhões; "Jérôme Valcke é suspeito de ter aceito vantagens indevidas em relação a acordos de mídia em certos países por parte de um executivo do setor dos direitos esportivos no que se refere às Copas do Mundo de 2018, 2022, 2026 e 2030 e da parte de Nasser Al-Khelaïfi no que se refere às Copas de 2026 e 2030", disse um comunicado do MP suíço (Foto: Leonardo Lucena)

247- O Ministério Público da Suíça informou que abriu um processo penal contra o ex-secretário-geral da Fifa Jerome Valcke e o diretor da BEIN MEDIA GROUP por corrupção na escolha de contratos de TV para a Copa do Mundo.

Mas no centro da polêmica está Nasser Al-Khelaïfi, que bancou a transferência recorde de Neymar do Barcelona ao PSG por 222 milhões de euros (R$ 821 milhões) e é dono do time de Paris atualmente. A Uefa também apura a transação.

Uma mega-operação das polícias da Suíça, Itália, Espanha e França foi realizada nesta quinta-feira (12), com o confisco de materiais em diferentes locais, residências e escritórios. As investigações estariam apurando "suspeitas de corrupção privada" e gestão desleal.

"Jérôme Valcke é suspeito de ter aceito vantagens indevidas em relação a acordos de mídia em certos países por parte de um executivo do setor dos direitos esportivos no que se refere às Copas do Mundo de 2018, 2022, 2026 e 2030 e da parte de Nasser Al-Khelaïfi no que se refere às Copas de 2026 e 2030", disse um comunicado do MP suíço.

Al-Khelaifi também era o responsável da rede do Catar por direitos de transmissão e pagou milhões para garantir os contratos com a Fifa em 2014.

De acordo com o MP, 180 casos de suspeitas de lavagem de dinheiro resultaram na abertura de 25 processos criminais relacionados ao futebol em dois anos de investigações.