Família de Campos quer que União indenize vítimas da queda de jato do caixa 2

Advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em Santos, quer que a União e a Cessna, fabricante da aeronave, paguem as indenizações às vítimas do voo e aos moradores afetados em solo; pedido da família de Campos será apresentado ao Ministério Público Federal

Advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em Santos, quer que a União e a Cessna, fabricante da aeronave, paguem as indenizações às vítimas do voo e aos moradores afetados em solo; pedido da família de Campos será apresentado ao Ministério Público Federal
Advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em Santos, quer que a União e a Cessna, fabricante da aeronave, paguem as indenizações às vítimas do voo e aos moradores afetados em solo; pedido da família de Campos será apresentado ao Ministério Público Federal (Foto: Valter Lima)

247 - O advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em Santos, quer que a União e a Cessna, fabricante da aeronave, paguem as indenizações às vítimas do voo e aos moradores afetados em solo. O pedido da família de Campos será apresentado ao Ministério Público Federal. Além de Campos, outras seis pessoas morreram na tragédia, sendo quatro assessores, o piloto e o copiloto da aeronave.

A investigação sobre as causas do acidente ainda não foram concluídas. No final de agosto, o irmão de Campos visitou os moradores e prometeu apoio às famílias. "Eu não prometo uma coisa sem fazer. O partido [PSB] admite, no futuro, a possibilidade de ajudar em caso de ausência da seguradora", afirmou.

A representação na Procuradoria tem como alvo a União porque, segundo ele, a base aérea de Santos não poderia ter autorizado o pouso da aeronave com o tempo ruim do dia do acidente. O advogado alega também que o sistema de auxílio de voo da base é "muito antigo e praticamente inoperante", o que "pode também ter influenciado". A base aérea de Santos de é responsabilidade da Força Aérea Brasileira.

Ele aponta ainda falhas estruturais no avião, como a caixa-preta, que não teria gravado as últimas horas de voo.

"Não é normal uma caixa-preta não estar funcionando. Se cai no fundo do mar, se acha e continua funcionando", disse. Além disso, ele entende que há um "erro de projeto" sobre o recolhimento de flaps em alta velocidade.

 

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