‘Fantasia completa’, diz Pimentel sobre repasse a campanha citado pela JBS

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, disse que "uma fantasia completa" a denúncia de executivos da JBS sobre repasse de R$ 30 milhões à campanha dele ao governo estadual em 2014; "Isso aí é uma invenção, uma fantasia completa, não tem nada disso. Não houve pedido nenhum. Ele está tratamento de uma operação comercial normal. Houve uma venda de uma parte de um contrato de concessão que ele comprou, a JBS comprou, e agora está fazendo denúncia que não se sustenta"

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, disse que "uma fantasia completa" a denúncia de executivos da JBS sobre repasse de R$ 30 milhões à campanha dele ao governo estadual em 2014; "Isso aí é uma invenção, uma fantasia completa, não tem nada disso. Não houve pedido nenhum. Ele está tratamento de uma operação comercial normal. Houve uma venda de uma parte de um contrato de concessão que ele comprou, a JBS comprou, e agora está fazendo denúncia que não se sustenta"
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, disse que "uma fantasia completa" a denúncia de executivos da JBS sobre repasse de R$ 30 milhões à campanha dele ao governo estadual em 2014; "Isso aí é uma invenção, uma fantasia completa, não tem nada disso. Não houve pedido nenhum. Ele está tratamento de uma operação comercial normal. Houve uma venda de uma parte de um contrato de concessão que ele comprou, a JBS comprou, e agora está fazendo denúncia que não se sustenta" (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), disse nesta quarta-feira (21) que "uma fantasia completa" a denúncia de executivos da JBS sobre repasse de R$ 30 milhões à campanha dele ao governo estadual em 2014.

"Isso aí é uma invenção, uma fantasia completa, não tem nada disso. Não houve pedido nenhum. Ele está tratamento de uma operação comercial normal. Houve uma venda de uma parte de um contrato de concessão que ele comprou, a JBS comprou, e agora está fazendo denúncia que não se sustenta", afirmou o governador, durante uma visita à Diretoria de Apoio Logístico da Polícia Militar, quando o governador acompanhou a plotagem de 86 bases comunitárias móveis que vão ser usadas no policiamento de Belo Horizonte.

O empresário Joesley Batista afirmou à Procuradoria-Geral da República que, naquele ano, repassou o valor ao então candidato ao petista através da compra de 3% do estádio Mineirão, em Belo Horizonte. Batista relatou que foi recebido por Pimentel no hangar do aeroporto da Pampulha.

Questionado sobre a crise política no país, Pimentel disse que há uma "criminalização da política". "O que está havendo no Brasil, e nós temos que ter muita cautela nesse momento, é claramente um ambiente de criminalização da política, o que é muito ruim para a democracia. Se existem irregularidades, se existem malfeitos, delitos cometidos, eles têm que ser apurados, mas com um ambiente de isenção. (...) A acusação não pode ser uma condenação preliminar, tem que ser simplesmente uma etapa do processo judicial", disse.

 

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