Febre amarela agrava falta de sangue nos hemocentros

O surto de febre amarela em Minas Gerais somado ao período de férias diminuiu os estoques de sangue nos hemocentros do estado; de acordo com a Fundação Hemominas, houve uma queda de 50% no número de doações de todos os grupos sanguíneos na última semana; quem passou por áreas críticas onde pode haver infecção ou tomou a vacina fica um mês impedido de doar

O surto de febre amarela em Minas Gerais somado ao período de férias diminuiu os estoques de sangue nos hemocentros do estado; de acordo com a Fundação Hemominas, houve uma queda de 50% no número de doações de todos os grupos sanguíneos na última semana; quem passou por áreas críticas onde pode haver infecção ou tomou a vacina fica um mês impedido de doar
O surto de febre amarela em Minas Gerais somado ao período de férias diminuiu os estoques de sangue nos hemocentros do estado; de acordo com a Fundação Hemominas, houve uma queda de 50% no número de doações de todos os grupos sanguíneos na última semana; quem passou por áreas críticas onde pode haver infecção ou tomou a vacina fica um mês impedido de doar (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - O surto de febre amarela em Minas Gerais somado ao período de férias diminuiu 50% os estoques de sangue nos hemocentros do estado na última semana, de acordo com a Fundação Hemominas. Quem passou por áreas críticas onde pode haver infecção ou tomou a vacina fica um mês impedido de doar. O estoque dos tipos negativos está 60% abaixo do ideal, principalmente o tipo O negativo, compatível com qualquer outro.

A transfusão de sangue é necessária em casos graves da doença. "O fato de a pessoa ter a doença impede que ela doe por seis meses e o fato de ter estado em uma região de risco impede por um mês. Então, com isso, a gente está com este aperto", disse a gerente do Hemominas, Heloísa Gontijo. O relato foi publicado no MGTV.

Com o objetivo de amenizar o problema, a Fundação Hemoninas adotou um plano que integra os hemocentros no estado, para enviar  de bolsas de sangue às regiões com maior demanda. O sangue coletado em Belo Horizonte, por exemplo, pode ser enviado para municípios da região Leste, onde há surto de febre amarela. A doença causou 38 mortes no estado, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde.

 

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