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Ferroviários ameaçam parar novamente

Os sindicatos que representam os trabalhdores das linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) podem fazer nova greve na próxima semana, quando também está marcada uma audiência na justiça do Trabalho; eles reivindicam 8,25% de reajuste nos salários e benefícios; representantes dos trabalhadores avaliam que a greve realizada em quatro das seis linhas da Companhia, nesta quarta-feira (3), serviu para mostrar ao governo que a categoria existe; mais de 500 mil pessoas foram prejudicadas

Os sindicatos que representam os trabalhdores das linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) podem fazer nova greve na próxima semana, quando também está marcada uma audiência na justiça do Trabalho; eles reivindicam 8,25% de reajuste nos salários e benefícios; representantes dos trabalhadores avaliam que a greve realizada em quatro das seis linhas da Companhia, nesta quarta-feira (3), serviu para mostrar ao governo que a categoria existe; mais de 500 mil pessoas foram prejudicadas (Foto: Voney Malta)

SP 247 – Os dois sindicatos que representam os ferroviários de quatro das seis linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) ameaçam nova paralisação na próxima semana. É que haverá uma nova audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) na próxima quarta-feira (10), mas os sindicatos e empresa tentam antecipar para o dia anterior.

Os trabalhadores reivindicam um reajuste de salários e benefícios de 8,25%. Eles avaliam que a paralisação desta quarta-feira (3) serviu para mostrar ao governo paulista, por conta dos transtornos causados, que a categoria existe.

DIFICULDADES

A greve foi iniciada a partir da zero hora de ontem. Mais de 500 mil pessoas foram prejudicadas. A paralisação afetou as linhas 7-Rubi (Luz-Francisco Morato- Jundiaí), 10 – Turquesa (Brás-Rio Grande da Serra), 11 – Coral (Luz – Guaianases – Estudantes) e 12 Safira (Brás – Calmon Viana).

Quem mais enfrentou dificuldades com a greve foram os moradores  de cidades da Grande São Paulo e do extremo leste da capital.