Firmino quer ampliar arrecadação em R$ 15 mi

Reeleito com 51,14% dos votos, o prefeito reeleito de Teresina, Firmino Filho (PSDB) informou que pretende ampliar em mais R$ 15 milhões a arrecadação anual própria do município, atualmente de R$ 300 milhões; questionado sobre como vai aumentar a receita pública, o chefe do executivo municipal lembrou de iniciativas que mudaram o código tributário da capital e combate à sonegação

Reeleito com 51,14% dos votos, o prefeito reeleito de Teresina, Firmino Filho (PSDB) informou que pretende ampliar em mais R$ 15 milhões a arrecadação anual própria do município, atualmente de R$ 300 milhões; questionado sobre como vai aumentar a receita pública, o chefe do executivo municipal lembrou de iniciativas que mudaram o código tributário da capital e combate à sonegação
Reeleito com 51,14% dos votos, o prefeito reeleito de Teresina, Firmino Filho (PSDB) informou que pretende ampliar em mais R$ 15 milhões a arrecadação anual própria do município, atualmente de R$ 300 milhões; questionado sobre como vai aumentar a receita pública, o chefe do executivo municipal lembrou de iniciativas que mudaram o código tributário da capital e combate à sonegação (Foto: Leonardo Lucena)

Piauí 247 - Reeleito com 51,14% dos votos, o prefeito reeleito de Teresina, Firmino Filho (PSDB) informou que pretende ampliar em mais R$ 15 milhões a arrecadação anual própria do município, atualmente de R$ 300 milhões. Questionado sobre como vai aumentar a receita pública, o chefe do executivo municipal lembrou de iniciativas que mudaram o código tributário da capital e combate à sonegação. "Não existe nenhuma estimativa atualizada, mas inicialmente podemos arrecadar R$ 15 milhões", falou Firmino, nesse domingo (1), em discurso de posse.

Sobre as Parcerias Público Privadas, o tucano adiantou que a primeira experiência deverá ocorrer na área da iluminação pública e que esperar concluir o processo até o final deste ano.

Há alguns dias, o prefeito já adiantou que os gastos com a administração devem ser reduzidos em pelo menos R$ 60 milhões apenas neste primeiro ano. Segundo Firmino, a previsão é que as secretarias reduzam em até 20% o número de cargos comissionados.

"Vivemos a mais grave crise da realidade econômica brasileira. O ano de 2017 deverá ser tão crítico quanto 2016. Vários municípios já pararam", disse ele.

Segundo estimativas oficiais, o PIB nacional deve ter recessão de 3,4%. O dado definitivo será divulgado pelo IBGE em março.

O índice de desemprego no País é recorde - 11,9% no trimestre encerrado em novembro, o que representa 12 milhões de desempregados, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal, divulgada pelo IBGE na quinta-feira (29).

 

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