Fluminense e Atlético/MG empatam em 0 a 0 no Rio
Tricolor deixa o campo vaiado por torcida, que pede a saída de Cristóvão Borges, já o galo perdeu sua no G4 para o Corinthians e Grêmio
Por Maximilian Pimenta Cabral, do Futnet
De um lado, o Fluminense, que, em quatro anos, conquistou dois títulos nacionais. Do outro, o Atlético/MG, último brasileiro a levantar uma Taça Libertadores. Entretanto, para decepção dos mais de 11 mil presentes ao Maracanã, as duas equipes realizaram uma partida bem aquém das expectativas e não saíram do 0 a 0 nesta quinta, em confronto válido pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O JOGO
Desde o início, a marcação imperou no clássico. Com o jogo basicamente disputado nas intermediárias, as chances foram raras. As melhores chances pertenceram aos donos da casa. Aos 29 minutos, Conca bateu escanteio, Cícero escorou de cabeça, mas a bola carimbou a trave direita, Fabrício ainda tentou de carrinho, mas chegou atrasado.
Dois minutos depois, Wágner fez boa jogada pela esquerda e cruza. A defesa afasta, mas a bola sobra para Édson na meia-lua. O volante, porém, chutou para fora.
No segundo tempo, o quadro piorou. Tanto o Tricolor quanto o Galo procuraram mais anular as qualidades do adversário do que buscar alternativas para vencer a partida.
Cristóvão Borges ainda tentou dar mais velocidade ao seu time, sacando Fernando e Édson, promovendo as respectivas entradas de Chiquinho e Kennedy, que foi o responsável pelo única defesa de Vítor na etapa final, aos 34 minutos.Enquanto isso, o Atlético/MG só deu trabalho a Diego Cavalieri em lançamentos na área. No final, vaias e protesto da torcida carioca. Alguns, inclusive,pediam a saída de Cristóvão Borges.
Com mais esse tropeço, o Fluminense chegou aos 42 pontos e, com a vitória do Santos para o Bahia (1 a 0, na Vila Belmiro), caiu uma posição e, agora, é o oitavo colocado na Série A, por onde volta a jogar no domingo, às 16h (de Brasília), no estádio da Beira-Rio, contra o Internacional/RS. Nos mesmos dia e horário, o Atlético/MG, que também, no momento, está fora do G-4 (é o quarto colocado com 44 pontos), recebe, na Arena Independência, o São Paulo.
O JOGO
Desde o início, a marcação imperou no clássico. Com o jogo basicamente disputado nas intermediárias, as chances foram raras. As melhores chances pertenceram aos donos da casa. Aos 29 minutos, Conca bateu escanteio, Cícero escorou de cabeça, mas a bola carimbou a trave direita, Fabrício ainda tentou de carrinho, mas chegou atrasado.
Dois minutos depois, Wágner fez boa jogada pela esquerda e cruza. A defesa afasta, mas a bola sobra para Édson na meia-lua. O volante, porém, chutou para fora.
No segundo tempo, o quadro piorou. Tanto o Tricolor quanto o Galo procuraram mais anular as qualidades do adversário do que buscar alternativas para vencer a partida.
Cristóvão Borges ainda tentou dar mais velocidade ao seu time, sacando Fernando e Édson, promovendo as respectivas entradas de Chiquinho e Kennedy, que foi o responsável pelo única defesa de Vítor na etapa final, aos 34 minutos.Enquanto isso, o Atlético/MG só deu trabalho a Diego Cavalieri em lançamentos na área. No final, vaias e protesto da torcida carioca. Alguns, inclusive,pediam a saída de Cristóvão Borges.
Com mais esse tropeço, o Fluminense chegou aos 42 pontos e, com a vitória do Santos para o Bahia (1 a 0, na Vila Belmiro), caiu uma posição e, agora, é o oitavo colocado na Série A, por onde volta a jogar no domingo, às 16h (de Brasília), no estádio da Beira-Rio, contra o Internacional/RS. Nos mesmos dia e horário, o Atlético/MG, que também, no momento, está fora do G-4 (é o quarto colocado com 44 pontos), recebe, na Arena Independência, o São Paulo.
