Fogo destrói mais de 800 hectares de áreas de preservação em 1 mês

Dados são da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) apontam que a destruição causada por incêndios em áreas de preservação ambiental no estado já soma 842 hectares apenas em agosto, o que corresponde a mais de 800 campos de futebol; não chove há 81 dias na Grande BH; foto: Parque Estadual Serra Verde, na região de Venda Nova

Dados são da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) apontam que a destruição causada por incêndios em áreas de preservação ambiental no estado já soma 842 hectares apenas em agosto, o que corresponde a mais de 800 campos de futebol; não chove há 81 dias na Grande BH; foto: Parque Estadual Serra Verde, na região de Venda Nova
Dados são da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) apontam que a destruição causada por incêndios em áreas de preservação ambiental no estado já soma 842 hectares apenas em agosto, o que corresponde a mais de 800 campos de futebol; não chove há 81 dias na Grande BH; foto: Parque Estadual Serra Verde, na região de Venda Nova (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - Dados são da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) apontam que a destruição causada por incêndios em áreas de preservação ambiental no estado já soma 842 hectares apenas em agosto, o que corresponde a mais de 800 campos de futebol. Entre as áreas afetadas pelo fogo, estão a Serra do Rola-Moça, na região metropolitana, Serra do Intendente, em Conceição do Mato Dentro, região Central de Minas, e Área de Proteção Ambiental Pandeiros, em Januária, norte mineiro. 

São 190 ocorrências registradas no período, que tem sido marcado por dias secos e de altas temperaturas. Nesta quinta-feira (31), Belo Horizonte registrou o dia mais quente do inverno, com os termômetros batendo 32,7ºC. Não chove há 81 dias na Grande BH.

A umidade relativa do ar também está muito abaixo da média na capital. Na última quarta-feira, o indicador chegou a 12%, mas a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda 60%. 

 

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