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Folha faz 'antes e depois' de Pelegrino com a OAS

A mudança de postura do candidato do PT à Prefeitura do Salvador, Nelson Pelegrino, lhe rendeu novamente um espaço na imprensa nacional; depois de Veja, a Folha de São Paulo  chama atenção para sua relação com o maior acionista da OAS, Cesar Mata Pires, que é casado com Teresa Magalhães, tia do candidato do DEM, ACM Neto; a aproximação com empresário rendeu R$ 850 mil da construtora em doações para a campanha de Pelegrino

Folha faz 'antes e depois' de Pelegrino com a OAS (Foto: Divulgação)
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Bahia 247

Depois de Veja, em nota do jornalista Otávio Cabral, a Folha de São Paulo desta terça-feira (2) chama atenção para a amistosa relação do candidato do PT à Prefeitura do Salvador, Nelson Pelegrino, com o maior acionista da OAS, Cesar Mata Pires, cuja aproximação lhe rendeu R$ 850 mil da construtora em doações para sua campanha.

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A Folha lembra quando, há 20 anos, o petista "era um dos mais raivosos membros da CPI estadual" que investigava a empreiteira OAS e suas ligações com o então governador Antônio Carlos Magalhães, o ACM (1927-2007).

"Não nos parece que esses grupos econômicos, na sua história, deem alguma coisa a qualquer governante gratuitamente", disse Pelegrino à época, ao afirmar que ACM usava aviões de empreiteiras.

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A Folha lembra que, apesar se Mata Pires ser casado com uma filha do ex-governador, Teresa Magalhães, o empresário rompeu com o clã dos Magalhães. Inclusive, na nota da Veja, o Otávio Cabral afirma que o empresário procurou primeiro o candidato ACM Neto, sobrinho de sua esposa, para fazer a doação em troca do compromisso de um alvará para construção de um condomínio de grande porte em Itapuã, caso ele fosse eleito. Segundo a publicação, Neto rejeitou e Pelegrino aceitou.

Mata Pires e a família de ACM romperam em 2008 por causa da ação que Teresa Magalhães moveu contra a família pelo espólio do político, dono de um patrimônio de R$ 30 milhões.

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A briga se acirrou quando oficiais de Justiça entraram na casa da viúva de ACM numa ação em que Teresa pediu o arrolamento dos bens deixados pelo pai. Para pôr mais lenha na fogueira, segundo a Folha, aliados de ACM Neto dizem que a juíza que deu a liminar foi Fabiana Almeida, esposa de Pelegrino.

"Minhas contribuições estão feitas às claras. Quem faz qualquer ilação, além disso, tem que ter responsabilidade", disse o petista. ACM Neto se diz "pouco à vontade" para falar desse caso.

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