Foster evita comentar custos da Rnest

A presidente da Petrobras, Graça Foster, preferiu não comentar sobre a declaração do ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa, de que as contas da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Suape, teriam sido feitas sem planejamento, como “contas de padaria”; “Não é que eu não queira falar, eu não posso”, afirmou; ela já havia se calado acerca do assunto durante a sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga suspeitas de superfaturamento na Petrobras na compra da Refinaria de Pasadena (EUA) e em negócios realizados na Rnest

A presidente da Petrobras, Graça Foster, preferiu não comentar sobre a declaração do ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa, de que as contas da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Suape, teriam sido feitas sem planejamento, como “contas de padaria”; “Não é que eu não queira falar, eu não posso”, afirmou; ela já havia se calado acerca do assunto durante a sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga suspeitas de superfaturamento na Petrobras na compra da Refinaria de Pasadena (EUA) e em negócios realizados na Rnest
A presidente da Petrobras, Graça Foster, preferiu não comentar sobre a declaração do ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa, de que as contas da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Suape, teriam sido feitas sem planejamento, como “contas de padaria”; “Não é que eu não queira falar, eu não posso”, afirmou; ela já havia se calado acerca do assunto durante a sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga suspeitas de superfaturamento na Petrobras na compra da Refinaria de Pasadena (EUA) e em negócios realizados na Rnest (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - A presidente da Petrobras, Graça Foster, preferiu não comentar sobre a declaração do ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa, de que as contas da Refinaria Abreu e Lima (Rnest) teriam sido feitas sem planejamento, como “contas de padaria”. “Não é que eu não queira falar, eu não posso”, afirmou Graça, nesta segunda-feira (2), ao sair de um seminário na Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. A presidente já havia se calado acerca do assunto durante a sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga suspeitas de superfaturamento na Petrobras na compra da Refinaria de Pasadena (EUA) e em negócios realizados na Rnest.

Durante uma entrevista para o jornal Folha de S. Paulo, Costa negou o superfaturamento da refinaria apontado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), e afirmou que os custos da Rnest aumentaram devido a um “erro de planejamento”. De acordo com ele, o custo inicial da refinaria foi calculado a partir do custo de uma refinaria no golfo do México multiplicada pela capacidade que a Rnest teria sem levar em conta o mercado local ou a logística.

"A Petrobras pegou uma refinaria no golfo do México e falou: quanto custa o preço por barril para construir uma refinaria lá? Custa 15.000 dólares, 20.000 dólares. Se fosse 15.000 dólares por barril e Abreu e Lima produzisse 200.000 barris, a obra ficaria em 3 bilhões de dólares. Essa é uma conta de padeiro” afirmou Costa, durante a entrevista publicada neste domingo (1). “As condições aqui são muito diferentes das do golfo do México. A Petrobras errou. Divulgou o valor de US$ 2,5 bilhões de dólares sem saber quanto a refinaria iria custar, sem ter um projeto", acrescentou.

A Refinaria Abreu e Lima teve um custo inicial estipulado em US$ 2,5 bilhões, equivalente à R$ 5,6 bilhões. Atualmente, a Rnest tem um custo total avaliado em US$ 18,5 bilhões (aproximadamente R$ 41,5 milhões) e previsão de entrega para 2015. 

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