Frigorífico de Goiás é proibido de exportar para os EUA

O Ministério da Agricultura anunciou que cinco frigoríficos estão proibidos de exportar carne para os Estados Unidos; entre eles, está um de Goiás, da Minerva, localizado em Palmeiras de Goiás; a medida vale a partir da última sexta-feira (16) e segue até que sejam corrigidos os problemas relatados por autoridades sanitárias dos EUA; os técnicos estadunidenses verificaram reações à vacina da febre aftosa, como manchas internas da carne

O Ministério da Agricultura anunciou que cinco frigoríficos estão proibidos de exportar carne para os Estados Unidos; entre eles, está um de Goiás, da Minerva, localizado em Palmeiras de Goiás; a medida vale a partir da última sexta-feira (16) e segue até que sejam corrigidos os problemas relatados por autoridades sanitárias dos EUA; os técnicos estadunidenses verificaram reações à vacina da febre aftosa, como manchas internas da carne
O Ministério da Agricultura anunciou que cinco frigoríficos estão proibidos de exportar carne para os Estados Unidos; entre eles, está um de Goiás, da Minerva, localizado em Palmeiras de Goiás; a medida vale a partir da última sexta-feira (16) e segue até que sejam corrigidos os problemas relatados por autoridades sanitárias dos EUA; os técnicos estadunidenses verificaram reações à vacina da febre aftosa, como manchas internas da carne (Foto: José Barbacena)

Jornal Opção - O Ministério da Agricultura anunciou, nesta quarta-feira (21/6), que cinco frigoríficos estão proibidos de exportar carne para os Estados Unidos. Entre eles, está um de Goiás, da Minerva, localizado em Palmeiras de Goiás. Os outros, três da Marfrig e um da JBS, ficam em São Gabriel (RS), Promissão (SP), Paratininga (MS) e Campo Grande (MS).

Segundo o ministério, a medida vale a partir da última sexta-feira (16) e segue até que sejam corrigidos os problemas relatados por autoridades sanitárias dos EUA. Os técnicos estadunidenses verificaram reações à vacina da febre aftosa, como manchas internas da carne. O Brasil foi questionado sobre as medidas tomadas em relação ao problema.

Em resposta, o ministério afirmou que trabalha para prestar esclarecimentos e normalizar a situação e também quer evitar que haja recusa das mercadorias já embarcadas. Segundo a pasta, a carne não representa risco à saúde pública.

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