HOME > Geral

Funcionários de shoppings protestarão contra estacionamento pago

Funcionários dos maiores shoppings de Salvador organizam uma série de manifestações contra a cobrança nos estacionamentos na próxima semana. De acordo com o Sindicato dos Comerciários, o primeiro protesto acontecerá na manhã de segunda-feira (6), às 7h30, em frente ao Shopping da Bahia; marcadas sempre para o mesmo horário, as próximas manifestações ocorrerão no Shopping Barra, na terça-feira (7), no Salvador Shopping, na quarta-feira (8) e novamente no Shopping da Bahia, na quinta-feira (9)

Funcionários dos maiores shoppings de Salvador organizam uma série de manifestações contra a cobrança nos estacionamentos na próxima semana. De acordo com o Sindicato dos Comerciários, o primeiro protesto acontecerá na manhã de segunda-feira (6), às 7h30, em frente ao Shopping da Bahia; marcadas sempre para o mesmo horário, as próximas manifestações ocorrerão no Shopping Barra, na terça-feira (7), no Salvador Shopping, na quarta-feira (8) e novamente no Shopping da Bahia, na quinta-feira (9) (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Funcionários dos maiores shoppings de Salvador organizam uma série de manifestações contra a cobrança nos estacionamentos na próxima semana. De acordo com o Sindicato dos Comerciários, o primeiro protesto acontecerá na manhã de segunda-feira (6), às 7h30, em frente ao Shopping da Bahia.

Marcadas sempre para o mesmo horário, as próximas manifestações ocorrerão no Shopping Barra, na terça-feira (7), no Salvador Shopping, na quarta-feira (8) e novamente no Shopping da Bahia, na quinta-feira (9).

Segundo o presidente do sindicato, Jaelson Dourado, os salários dos trabalhadores, mesmo com reajuste acima da inflação, ainda é baixo, as refeições nos locais são caras e agora os funcionários ainda terão que arcar com gastos de estacionamento.

"Vale lembrar que muitos trabalhadores conseguiram comprar um carro fazendo grandes sacrifícios, tudo para driblar o transporte público caótico e precário na cidade, e chegar até a empresa. Se é ruim para os clientes, é muito pior para os comerciários", diz Jaelson.