Funcionários dos Correios pedem escolta armada

O Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos em Alagoas (Sintect/AL) vai pedir a direção da empresa que disponibilize escolta armada durante o trabalho dos carteiros em alguns bairros de Maceió; trabalhadores têm sido vítimas de assaltos e sequestros; os bairros da Ponta Grossa, Trapiche, Vergel do Lago e Prado são considerados os mais perigosos

O Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos em Alagoas (Sintect/AL) vai pedir a direção da empresa que disponibilize escolta armada durante o trabalho dos carteiros em alguns bairros de Maceió; trabalhadores têm sido vítimas de assaltos e sequestros; os bairros da Ponta Grossa, Trapiche, Vergel do Lago e Prado são considerados os mais perigosos
O Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos em Alagoas (Sintect/AL) vai pedir a direção da empresa que disponibilize escolta armada durante o trabalho dos carteiros em alguns bairros de Maceió; trabalhadores têm sido vítimas de assaltos e sequestros; os bairros da Ponta Grossa, Trapiche, Vergel do Lago e Prado são considerados os mais perigosos (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - O Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos em Alagoas (Sintect/AL) deve se reunir ainda esta semana com a direção da empresa para solicitar a escolta armada durante o trabalho dos carteiros em alguns bairros de Maceió. O pedido será reforçado depois de um funcionário dos Correios ter sofrido um sequestro relâmpago na sexta-feira (22).

Segundo o presidente do Sintect, Altanes Holanda, os bairros da Ponta Grossa, Trapiche, Vergel do Lago e Prado são os mais perigosos para o trabalho dos carteiros.

"Nós vamos nos encontrar com a direção dos Correios para pedir ajuda. Nós pretendemos também conversar com o Secretário de Segurança Pública. Nossa profissão é arriscada, principalmente, porque na maioria das vezes, os carteiros fazem sozinho as entregas nestes bairros", informa.

Na sexta-feira (22), um funcionário dos Correios fazia o trabalho de entrega de encomendas na Ponta Grossa, quando foi surpreendido por assaltantes, que o sequestraram e o obrigaram a transferir as encomendas do carro dos Correios para o veículo onde estavam. O trabalhador foi liberado em seguida.

Holanda disse ainda que o reforço na segurança é necessário, pois os trabalhadores temem que novos casos aconteçam. "Em 2014, no intervalo de dois meses, quatorze funcionários dos Correios foram assaltados. Isso é preocupante", analisou.

De acordo com o presidente do Sintect, em Maceió existem apenas 35 funcionários que são responsáveis por fazer a entrega de encomendas em toda a capital.

Com gazetaweb.com

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