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Gabrielli sugere bloqueio dos bens de Dilma

A defesa do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli sugeriu ao Tribunal de Contas da União (TCU) que se ele não for excluído do processo que determinou o bloqueio de bens dos executivos responsáveis pela compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, o Conselho de Administração que autorizou o negócio seja responsabilizado pelos prejuízos causados; caso o TCU aceite a argumentação e não retire o petista e os demais executivos do processo, todos os então membros do conselho terão de ser ouvidos e terão seu patrimônio congelado, incluindo a presidente Dilma Rousseff, que à época era presidente do conselho da estatal

A defesa do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli sugeriu ao Tribunal de Contas da União (TCU) que se ele não for excluído do processo que determinou o bloqueio de bens dos executivos responsáveis pela compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, o Conselho de Administração que autorizou o negócio seja responsabilizado pelos prejuízos causados; caso o TCU aceite a argumentação e não retire o petista e os demais executivos do processo, todos os então membros do conselho terão de ser ouvidos e terão seu patrimônio congelado, incluindo a presidente Dilma Rousseff, que à época era presidente do conselho da estatal (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - A defesa do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli sugeriu ao Tribunal de Contas da União (TCU) que se ele não for excluído do processo que determinou o bloqueio de bens dos executivos responsáveis pela compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, em 2006, o Conselho de Administração que autorizou o negócio seja responsabilizado pelos prejuízos causados pelo negócio.

Caso o TCU aceite a argumentação da defesa do petista e não retire ele e os demais executivos do processo, todos os então membros do conselho terão de ser ouvidos e terão seu patrimônio congelado, incluindo a presidente Dilma Rousseff, que à época era presidente do conselho da estatal. 

O argumento de Dilma para ter aprovado o negócio é que o conselho se baseou em um resumo técnico "falho" e "incompleto" a respeito. Em decisão preliminar de julho de 2014, o TCU isentou o Conselho de Administração.

Ontem (19), o TCU não descartou a possibilidade de arrolar Dilma e os demais ex-conselheiros no processo sobre a compra da refinaria, segundo publicação do jornal O Estado de São Paulo.

De acordo com o tribunal, o prejuízo da Petrobras com o negócio foi de US$ 792 milhões. A defesa de Gabrielli argumenta que o Conselho de Administração teve tanta ou mais responsabilidade do que a Diretoria Executiva na compra da refinaria.