Geddel rejeita mais cargos para o PMDB: 'é o fim'
Ex-ministro Geddel Vieira Lima comentou especulações de que a presidente Dilma Rousseff estaria disposta a dar mais dois ministérios ao PMDB como forma de 'acalmar' seu maior aliado no Congresso; integrante da ala rebelde do partido, ele rechaçou possibilidade e fez condenação prévia a seus correligionários; "Se meu partido topar isso, é o fim. Além do que, se o governo imagina que vai resolver... o PMDB tinha que largar esses cargos e apoiar, com clareza, uma agenda que tire o Brasil desse atoleiro em que a Dilma nos meteu"
Bahia 247 - Presente às manifestações contra o governo no domingo (15) em Salvador, o secretário nacional do PMDB e presidente do partido na Bahia, Geddel Vieira Lima, também acompanhou o discurso dos ministros Miguel Rosseto (Secretaria Geral da Presidência) e José Eduardo Cardozo (Justiça) e não se agradou do que ouviu dos representantes do Planalto acerca dos protestos.
Por meio de seu perfil no Twitter, ele também comentou especulações de que a presidente Dilma Rousseff estaria querendo dar mais dois ministérios ao PMDB como forma de 'acalmar' seu maior aliado no Congresso e, consequentemente, voltar a ter apoio integral dos peemedebistas na Câmara e no Senado.
Integrante da ala rebelde do PMDB, Geddel rechaçou possibilidade e fez condenação prévia a seus correligionários. "Agora estão dizendo que vão dar mais dois ministério ao PMDB. Se meu partido topar isso, é o fim. Além do que, se o governo imagina que vai resolver... o PMDB tinha que largar esses cargos e apoiar, com clareza, uma agenda que tire o Brasil desse atoleiro em que a Dilma nos meteu".
Ele aproveitou o ensejo ainda para alfinetar o PT com a Operação Lava Jato. "Meu Deus, começamos a semana com mais prisões de ladrões da Petrobras", disse o ex-ministro, em referência à prisão de Renato Duque. "Depois não sabem o motivo do povo estar nas ruas", completou.