Gestão do PSDB em Minas perde 6 milhões de remédios

Cerca de 6 milhões de comprimidos de mais de 100 tipos de remédios comprados pelo governo de Minas na gestão do PSDB terão de ser incinerados por estar com o prazo de validade vencido; segundo o Governo de Minas, os medicamentos seriam destinados a hospitais e postos de saúde do interior do estado, para complementar a lista básica de remédios gratuitos nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS)

Cerca de 6 milhões de comprimidos de mais de 100 tipos de remédios comprados pelo governo de Minas na gestão do PSDB terão de ser incinerados por estar com o prazo de validade vencido; segundo o Governo de Minas, os medicamentos seriam destinados a hospitais e postos de saúde do interior do estado, para complementar a lista básica de remédios gratuitos nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS)
Cerca de 6 milhões de comprimidos de mais de 100 tipos de remédios comprados pelo governo de Minas na gestão do PSDB terão de ser incinerados por estar com o prazo de validade vencido; segundo o Governo de Minas, os medicamentos seriam destinados a hospitais e postos de saúde do interior do estado, para complementar a lista básica de remédios gratuitos nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) (Foto: Luis Mauro Queiroz)
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Da Agência Brasil - Aproximadamente 6 milhões de comprimidos de mais de 100 tipos diferentes de remédios comprados pelo Governo de Minas, durante a gestão do PSDB, terão de ser incinerados por terem perdido o prazo de validade e se tornado impróprios para consumo. Os medicamentos não foram distribuídos durante os mandatos de Antônio Anastasia (PSDB, 2011-2014) e Alberto Pinto Coelho (PP, 2014). A apuração do jornal Estado de Minas revelou que os remédios estavam armazenados em Contagem e alguns deles datam de março do ano passado.

São cápsulas de Sinvastatina, usado para combater pressão alta, Dipirona, utilizado para febre e dor, Mebendazol, para verminoses, e Glicazida, para Diabetes. Segundo o jornal de Belo Horizonte, eles estariam avaliados em R$ 13 milhões.

A Secretaria de Estado de Saúde da atual gestão, de Fernando Pimentel (PT), afirmou que vai apurar o caso e que, a princípio, a não distribuição se deu em função do descumprimento de regras de estoque por parte do consórcio que fazia a logística os remédios, além de outros problemas referentes a regras sanitárias. Problemas similares, decorrentes de falta de cuidado pela empresa de logística, já foram registrados em outras regiões do estado, como em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, onde medicamentos repassados à Prefeitura foram encontrados em más condições de armazenamento num galpão no Centro da cidade.

Segundo o Governo de Minas, os medicamentos seriam destinados a hospitais e postos de saúde do interior do estado, para complementar a lista básica de remédios gratuitos nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o superintendente de Assistência Farmacêutica da Secretaria de Saúde, Homero Filho, o Governo está revendo os processos de distribuição de insumos para o interior, e vai analisar o contrato com a empresa licitada pela administração anterior.

Já o antigo secretário de estado de Saúde, o hoje deputado estadual Antônio Jorge de Souza Marques (PPS), disse ao Estado de Minas que esta operação de aquisição e distribuição de medicamentos está sujeita a que parte do material seja extraviado. Segundo o parlamentar, é admissível que seja perdido algo em torno de 2% a 5% dos insumos armazenados.

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