Gestão tucana abandona fiscalização de contrato bilionário de limpeza
As gestões João Doria e Bruno Covas, ambas do PSDB, praticamente abandonaram a fiscalização dos contratos de limpeza pública da cidade de São Paulo que batem na casa do R$ 1 bilhão de reais; a gestão tucana decidiu excluir das atribuições dos fiscais o monitoramento dos serviços das concessionárias, o que tem gerado um acúmulo inédito de lixo em várias regiões da cidade; os consórcios Soma e Inova são os responsáveis pela varrição. Como os contratos bilionários chegaram ao fim em dezembro, eles operam hoje com acordos emergenciais
247 – As gestões João Doria e Bruno Covas, ambas do PSDB, praticamente abandonaram a fiscalização dos contratos de limpeza pública da cidade de São Paulo que batem na casa do R$ 1 bilhão de reais. A gestão tucana decidiu excluir das atribuições dos fiscais o monitoramento dos serviços das concessionárias, o que tem gerado um acúmulo inédito de lixo em várias regiões da cidade. Os consórcios Soma e Inova são os responsáveis pela varrição. Como os contratos bilionários chegaram ao fim em dezembro, eles operam hoje com acordos emergenciais.
“Inicialmente, 71 agentes tinham a responsabilidade exclusiva de fiscalizarem os trabalhos dessas empresas. Com a portaria [baixada pelo prefeito Bruno Covas que desincentiva a fiscalização da varrição], eles foram incumbidos de também tratarem de outras centenas de infrações relacionadas a outros temas --como problemas de alvará e desníveis de calçadas.
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Por fim, e mais recentemente, os relatórios e multas em papel foram substituídos por um aplicativo de fiscalização das empresas. Em algumas prefeituras regionais, a partir disso houve orientação para que os fiscais restrinjam seu trabalho às áreas que estão no cronograma semanal de serviços de varrição das ruas.
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