Gilmar Mendes: 'não vejo razão para impeachment'

Ministro do STF Gilmar Mendes surpreendeu ao dizer nesta sexta-feira, 13, que o impeachment da presidente Dilma Rousseff seria uma "situação extrema"; "Não vou falar sobre isso. É uma situação política extrema. Teria de haver uma denúncia e depois uma tramitação no Congresso. Mas isso é um modelo de complexidade extrema. Quem tem competência é o Congresso. Em geral, não bastam somente os fatos. Não vejo razão", afirmou Gilmar, durante coletiva de imprensa, em Porto Alegre

Ministro do STF Gilmar Mendes surpreendeu ao dizer nesta sexta-feira, 13, que o impeachment da presidente Dilma Rousseff seria uma "situação extrema"; "Não vou falar sobre isso. É uma situação política extrema. Teria de haver uma denúncia e depois uma tramitação no Congresso. Mas isso é um modelo de complexidade extrema. Quem tem competência é o Congresso. Em geral, não bastam somente os fatos. Não vejo razão", afirmou Gilmar, durante coletiva de imprensa, em Porto Alegre
Ministro do STF Gilmar Mendes surpreendeu ao dizer nesta sexta-feira, 13, que o impeachment da presidente Dilma Rousseff seria uma "situação extrema"; "Não vou falar sobre isso. É uma situação política extrema. Teria de haver uma denúncia e depois uma tramitação no Congresso. Mas isso é um modelo de complexidade extrema. Quem tem competência é o Congresso. Em geral, não bastam somente os fatos. Não vejo razão", afirmou Gilmar, durante coletiva de imprensa, em Porto Alegre (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes disse que o impeachment da presidente Dilma Rousseff seria uma "situação extrema".

"Não vou falar sobre isso. É uma situação política extrema. Teria de haver uma denúncia e depois uma tramitação no Congresso. Mas isso é um modelo de complexidade extrema. Quem tem competência é o Congresso. Em geral, não bastam somente os fatos. Não vejo razão", afirmou, durante coletiva de imprensa, em Porto Alegre, onde o ministro desembarcou para uma palestra.

Sobre a reforma política, o ministro afirmou que o tema é complexo. De acordo com ele, "isso precisa ser discutido no Congresso, mas temos um número muito alto de partidos. Imagina se fôssemos dialogar com todos. É uma situação quase impossível".

"Devemos fazer a reforma. Qual será o modelo eu já não sei. Vai manter a proposta de listas abertas? Vai fazer um sistema distrital? Distrital misto? É uma tarefa muito complexa", disse.

O ministros também comentou obre a Operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção na Petrobras envolvendo funcionários da própria estatal, políticos e empreiteiras.

Mendes reforçou a confiança no ministro Dias Toffoli para um futuro julgamento do processo. "Ele tem atuado com toda isenção nos seus diversos processos e acredito que terá um bom desempenho", acrescentou.

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