Goiânia precisa de gestor, não de xerife, diz Rincón

Em resposta ao deputado federal Delegado Waldir, que ameaça deixar o PSDB caso não seja ungido candidato a prefeito de Goiânia, presidente da Agetop diz que momento é de discutir projetos, não pessoas; nome preferencial das duas principais lideranças da base aliada (o governador Marconi Perillo e o vice José Eliton), Rincón, acusado por Waldir de uso da máquina, compara o delegado ao deputado paulista Tiririca: "foi o mais votado para deputado federal, mas nem por isso a população o quer para prefeito de São Paulo, porque não seria um bom gestor público”; e instou o correligionário a buscar sua indicação pela exposição de ideias e na busca por respaldo; “O PSDB precisa muito do delegado Waldir. Não se ganha eleição sozinho", contemporiza

Em resposta ao deputado federal Delegado Waldir, que ameaça deixar o PSDB caso não seja ungido candidato a prefeito de Goiânia, presidente da Agetop diz que momento é de discutir projetos, não pessoas; nome preferencial das duas principais lideranças da base aliada (o governador Marconi Perillo e o vice José Eliton), Rincón, acusado por Waldir de uso da máquina, compara o delegado ao deputado paulista Tiririca: "foi o mais votado para deputado federal, mas nem por isso a população o quer para prefeito de São Paulo, porque não seria um bom gestor público”; e instou o correligionário a buscar sua indicação pela exposição de ideias e na busca por respaldo; “O PSDB precisa muito do delegado Waldir. Não se ganha eleição sozinho", contemporiza
Em resposta ao deputado federal Delegado Waldir, que ameaça deixar o PSDB caso não seja ungido candidato a prefeito de Goiânia, presidente da Agetop diz que momento é de discutir projetos, não pessoas; nome preferencial das duas principais lideranças da base aliada (o governador Marconi Perillo e o vice José Eliton), Rincón, acusado por Waldir de uso da máquina, compara o delegado ao deputado paulista Tiririca: "foi o mais votado para deputado federal, mas nem por isso a população o quer para prefeito de São Paulo, porque não seria um bom gestor público”; e instou o correligionário a buscar sua indicação pela exposição de ideias e na busca por respaldo; “O PSDB precisa muito do delegado Waldir. Não se ganha eleição sozinho", contemporiza (Foto: Realle Palazzo-Martini)

247 - O pré-candidato do PSDB à Prefeitura de Goiânia, Jayme Rincón, afirmou, ontem, que o momento é de debater projeto para a cidade e não definir nome para concorrer às eleições do ano que vem. “O PSDB vai iniciar um debate com a sociedade sobre os projetos e programas que interessam a Goiânia. Definição de candidato a prefeito deve ocorrer no ano das eleições.”

O presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop) disse que o seu nome está à disposição do PSDB e dos partidos da base aliada para a disputa à sucessão do prefeito Paulo Garcia. Adiantou que os tucanos têm “ótimas opções” para uma eventual candidatura ao Paço. “Meu nome está à disposição do partido, mas temos outros postulantes também com qualidades para o desafio de concorrer à Prefeitura de Goiânia.”

Sem citar nomes, Jayme Rincón ressalta que a cidade de Goiânia não precisa de um “salvador da pátria nem de um xerife”, acrescentando que a população quer um prefeito que “seja gestor e que conheça a cidade para resolver os graves problemas existentes, em todas as áreas.”

Em entrevista à rádio Clube/FM, o pré-candidato sustentou que eleição majoritária é diferente do pleito proporcional. Ele citou o exemplo do campeão de votos em São Paulo. “Tiririca foi o mais votado para deputado federal, nem por isso a população o quer para prefeito de São Paulo porque não seria um bom gestor público.”

Jayme Rincón discorda do deputado delegado Waldir, quando diz que “não precisa do PSDB para ser candidato a prefeito e que o partido é que precisa dele.” E acrescentou: “O PSDB precisa muito do delegado Waldir. Não se ganha eleição sozinho, sem apoio de partido ou partidos. Acho que Waldir deveria lutar internamente, expor suas ideias e buscar respaldo, dentro do PSDB, para ser o candidato a prefeito. Esse é o melhor caminho para ele e para todos nós.” Jayme lembra que essa história do “eu sozinho” não funciona na política e na gestão e lembra os “péssimos exemplos” deixados por Jânio Quadros e Fernando Collor.

Base unida

O presidente da Agetop concorda com o presidente do PSDB Metropolitano, Rafael Lousa, de que a base do governador Marconi Perillo deve atuar para lançar apenas um candidato à Prefeitura de Goiânia. “Todas as vezes que a base aliada disputou eleições em Goiânia dividida, perdeu. Temos que nos esforçar para que a base marconista realize uma campanha unificada, o que demonstra força eleitoral.”

Iris Rezende

Questionado se teria “medo” de enfrentar o ex-prefeito Iris Rezende (PMDB) nas eleições do ano que vem, em Goiânia, Jayme Rincón foi taxativo: “Não tenho medo de nada.” E acrescentou: “O que se deve dizer, na campanha do ano que vem, é que Iris Rezende é o responsável maior pelo caos vivido hoje pela cidade de Goiânia.”

O presidente da Agetop ressaltou que Iris Rezende deve ser “cobrado e responsabilizado” pelos problemas da Capital, principalmente nas áreas de saúde, limpeza pública, trânsito. “Todas as dificuldades vividas hoje pela administração de Goiânia são heranças do ex-prefeito Iris Rezende. E isso, certamente, será dito na campanha eleitoral do ano que vem, para que a população saiba que o grupo, liderado pelo PT/PMDB, fracassou na gestão pública da cidade nos últimos 12 anos.”

Para o tucano, a população goianiense vai ficar sabendo, na campanha eleitoral, que Iris Rezende é um “improvisador” e que jamais governou a cidade “com planejamento e visão de futuro.” E ponderou: “Esse perfil improvisador e populista não funciona e o goianiense deve reprovar, nas urnas, quem novamente se apresentar sem ideias, projetos ou programas.”

Obras

O presidente da Agetop, Jayme Rincón, disse que, por determinação do governador Marconi Perillo (PSDB), o segundo semestre deste ano será dedicado às inaugurações de 10 importantes obras de infraestrutura, ao custo de R$ 100 milhões cada, deixando as eleições para o ano que vem.

“Neste ano nós vamos entregar muitas obras importantes para nossa infraestrutura. Pelo menos dez obras com valores superiores a mais de R$ 100 milhões cada uma. Essas obras serão entregues ao longo do ano. E nós queremos iniciar 2016 com vultosos investimentos, especialmente na área da infraestrutura”, disse o governador.

De acordo com ele, as obras fazem parte de uma série de duplicações de rodovias, como da GO-020, entre Goiânia e Bela Vista, GO-070, entre Goiânia e cidade de Goiás, GO-080, entre Goiânia e a BR-153, passando por Nerópolis; Hospital de Urgência da Região Noroeste de Goiânia Governador Otávio Lage (Hugol); Centro de Referência e Excelência em Dependência Química (Credeq), de Aparecida de Goiânia; Centro de Excelência do Esporte; Centro de Convenções de Anápolis; Centro de Cultura e Convenções de Anápolis, Aeroporto de Cargas de Anápolis, entre outras obras.

Jayme Rincón falou do cenário de ajuste fiscal vivenciado nacionalmente, acrescentando que Goiás irá superar “tranquilamente” esse momento e até o fim do ano voltará a manter o “ciclo virtuoso” de desenvolvimento experimentado pelo Estado nos últimos anos. “Todo o trabalho de ajuste que o governador Marconi Perillo realiza tem, como primeiro objetivo, manter equilibradas as contas, as finanças, as obrigações em dia. Em segundo, conseguir enfrentar e superar a crise. Em terceiro, garantir uma poupança que possibilite ao Estado fazer investimentos na infraestrutura e na melhoria da qualidade de serviços que o Estado presta aos cidadãos contribuintes”, explicou.

Sobre as obras que estão sendo realizadas em Goiânia, o presidente Jayme Rincón diz que, em toda a história da cidade, nenhum governador fez mais que Marconi Perillo. “O governador é um administrador de visão ampla e, em seus quatro mandatos, deu atenção especial à Capital.” (Helton Lenine/DM)

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247