HOME > Geral

Governador critica “golpe paraguaio” contra Dilma

Paulo Câmara (PSB), governador de Pernambuco, defendeu "um grande entendimento em favor do Brasil", para que o País atravesse a crise política e econômica; "O momento exige que a gente trabalhe muito. Não interessa a ninguém a situação em que o Brasil está hoje", observou; em entrevista, o socialista também se mostrou contrário ao "golpe paraguaio" ensejado pela defesa do impeachment da presidente Dilma Rousseff por parte da oposição; "A presidente foi eleita. Ela tem um mandato a cumprir", afirmou; apesar disto, ele criticou a política econômica atual que, segundo ele, tem gerado inflação e desemprego

Paulo Câmara (PSB), governador de Pernambuco, defendeu "um grande entendimento em favor do Brasil", para que o País atravesse a crise política e econômica; "O momento exige que a gente trabalhe muito. Não interessa a ninguém a situação em que o Brasil está hoje", observou; em entrevista, o socialista também se mostrou contrário ao "golpe paraguaio" ensejado pela defesa do impeachment da presidente Dilma Rousseff por parte da oposição; "A presidente foi eleita. Ela tem um mandato a cumprir", afirmou; apesar disto, ele criticou a política econômica atual que, segundo ele, tem gerado inflação e desemprego (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), defendeu nesta quarta-feira 2 "um grande entendimento em favor do Brasil", para que o País atravesse as crises política e econômica sem consequências desastrosas.

"O momento exige que a gente trabalhe muito. Não interessa a ninguém a situação em que o Brasil está hoje", afirmou, em entrevista concedida à rádio CBN.

O socialista também se mostrou contrário ao que chamou de "golpe paraguaio" ensejado pela defesa do impeachment da presidente Dilma Rousseff por parte da oposição. "A presidente foi eleita. Ela tem um mandato a cumprir", defendeu.

Apesar disto, Câmara destacou a necessidade de medidas que promovam a retomada da confiança no governo e do crescimento da economia brasileira.

"A gente não está com políticas efetivas que mostrem uma luz no fim do túnel. Esse momento de incertezas, de insegurança, é o que realmente preocupa muito os governadores e, principalmente, a população nordestina", disse.

Ouça aqui a íntegra da entrevista.