Governo desenha aumento de taxação sobre herança

Uma das possibilidades é elevar a alíquota média nacional em 16 pontos percentuais, o que quintuplicaria a arrecadação - dos atuais R$ 4,5 bilhões para R$ 25,1 bilhões; o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, estaria em desacordo sobre a mudança no imposto sobre heranças e doações, mas a ideia conta com o apoio de Nelson Barbosa, do Planejamento; a ideia foi defendida no congresso nacional do PT

ADPO649  BSB -  27/11/2014  - ANUNCIO / MINISTROS -  POLITICA -  Anuncio dos nomes e entrevista dos novos ministros Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento)  e Alexandre Tombini (Banco Central), com a presença do ministro da SECOM Thomas Trau
ADPO649 BSB - 27/11/2014 - ANUNCIO / MINISTROS - POLITICA - Anuncio dos nomes e entrevista dos novos ministros Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Alexandre Tombini (Banco Central), com a presença do ministro da SECOM Thomas Trau (Foto: Roberta Namour)
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247 - O governo começou a estudar a proposta para aumentar a cobrança do imposto sobre heranças e doações. Uma das possibilidades é elevar a alíquota média nacional em 16 pontos percentuais, o que quintuplicaria a arrecadação - dos atuais R$ 4,5 bilhões para R$ 25,1 bilhões.

Atualmente, a resolução de 1992 fixou esse limite em 8% e a cobrança varia entre as unidades da Federação. Apenas três Estados aplicam o teto da alíquota: Bahia, Ceará e Santa Catarina.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, estaria em desacordo sobre o imposto, mas a ideia conta com o apoio de Nelson Barbosa, do Planejamento, e de Aloizio Mercadante, da Casa Civil. A ideia foi defendida no congresso nacional do PT.

Leia aqui reportagem de Andrea Jubé sobre o assunto.

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