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Governo do RS elabora plano contra o vírus Ebola

A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul esta elaborando um plano de contingência para o vírus Ebola, doença que já matou quase mil pessoas no Oeste da África; de acordo com a técnica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, Marilina Bercini, o plano de contingência "ainda não está pronto porque precisamos definir a situação das cidades do interior e isto leva algum tempo"; "É bom salientar que o planejamento para Porto Alegre está definido e já conta até com o hospital referência, que é o Conceição", afirmou

A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul esta elaborando um plano de contingência para o vírus Ebola, doença que já matou quase mil pessoas no Oeste da África; de acordo com a técnica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, Marilina Bercini, o plano de contingência "ainda não está pronto porque precisamos definir a situação das cidades do interior e isto leva algum tempo"; "É bom salientar que o planejamento para Porto Alegre está definido e já conta até com o hospital referência, que é o Conceição", afirmou (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 – A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul esta elaborando um plano de contingência para o vírus Ebola, doença que já matou quase mil pessoas no Oeste da África e, como consequência do número de mortes, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou situação de emergência internacional.

De acordo com a técnica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, Marilina Bercini, o plano de contingência "ainda não está pronto porque precisamos definir a situação das cidades do interior e isto leva algum tempo". "É bom salientar que o planejamento para Porto Alegre está definido e já conta até com o hospital referência, que é o Conceição", afirmou ao Correio do Povo.

Marilina disse que os profissionais da saúde estão avisados sobre como procederem caso o vírus chegue ao Rio Grande do sul. Ele afirmou, ainda, que os aeroportos brasileiros contam com postos avançados para identificarem uma possível contaminação do vírus.

"A Anvisa é responsável por estes postos. Nós já estabelecemos, de acordo com a norma federal, a maneira de transportar o paciente e de como isolá-lo. É importante dizer que o sistema está organizado e a população não irá desassistida", assegurou.

Segundo a técnica em saúde, o interior não é mais vulnerável á chegada do vírus em comparação com Porto Alegre. "O que precisa ser cuidado é a origem do paciente. No momento, existem pelo menos quatro países onde o ebola está concentrado: Guiné, Libéria, Nigéria e Serra Leoa. Se algum caso surgir nas cidades do interior, o paciente será encaminhado ao hospital de referência mais próximo, o que significa dizer que ele não precisa ser transportado para Porto Alegre", complementou.