Governo não repete erro e pede Força Nacional

O governador Jaques Wagner (PT) parece ter tirado lição da greve da Polícia Militar da Bahia em 2012 e resolveu não pagar para ver com nova paralisação dos policiais deflagrada nesta noite; o secretário da Segurança Pública do Estado, Maurício Barbosa, convocou entrevista coletiva há pouco na Governadoria e anunciou que o governo já formalizou pedido de ajuda à União para que seja disponibilizada a Força Nacional de Segurança

Secretaria de Seguran�a P�blica concede coletiva de imprensa sobre a greve da PM
Secretaria de Seguran�a P�blica concede coletiva de imprensa sobre a greve da PM (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - O governador Jaques Wagner (PT) parece ter tirado lição da greve da Polícia Militar da Bahia em 2012 e resolveu não pagar para ver com nova paralisação dos policiais deflagrada nesta noite. O secretário da Segurança Pública do Estado, Maurício Barbosa, convocou entrevista coletiva há pouco na Governadoria e anunciou que o governo já formalizou pedido de ajuda à União para que seja disponibilizada a Força Nacional de Segurança. Em 2012, o petista demorou cinco dias após início do movimento para fazê-lo.

Segundo o secretário, a proposta apresentada pelo governo aos policiais foi discutida na tarde desta terça-feira, em reunião entre o ele, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alfredo Castro, e representantes das associações da PM. "Nesta reunião, foram incluídos pela categoria novos itens além daqueles propostos pelo governo", diz a Secretaria de Comunicação em nota.

"Um documento foi assinado por mim, pelo comandante-geral e por um dos líderes das associações. Ficou decidido que estas propostas seriam assumidas pelo governo. Durante a deliberação da categoria, recebi uma ligação desta liderança, informando que estava tudo acertado para a aprovação do que havia sido acordado. Ainda assim, foi decretada a greve", disse Maurício Barbosa.

De acordo com o secretário, entre os itens extras concedidos após a última reunião estavam: o reajuste da gratificação de Condição Especial de Trabalho (CET); a rediscussão do novo código de ética da categoria, a ser construído entre as associações e área sistêmica; e demais propostas apresentadas pela categoria até agora.

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