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Governo não vai interferir na reforma política, diz Guimarães

O líder do governo, no entanto, afirmou que "seria bom" se o governo levasse em consideração as ideias defendidas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que endossa um projeto que acaba com o financiamento privado de campanhas e determina a eleição para o Legislativo em dois turnos – um no partido e outro no candidato

O líder do governo, no entanto, afirmou que "seria bom" se o governo levasse em consideração as ideias defendidas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que endossa um projeto que acaba com o financiamento privado de campanhas e determina a eleição para o Legislativo em dois turnos – um no partido e outro no candidato (Foto: Renata Paiva)

Ceará 247 - O líder do governo, deputado José Guimarães (CE), liberou os partidos da base governista para votar como quiserem os pontos da reforma política. "A nossa opinião é considerar que a Câmara poderá buscar o melhor caminho para esse debate da reforma política e eleitoral, ainda que não tenha aprovado o que o governo enviou em junho de 2013 [a ideia de um plebiscito nacional]", disse.

Guimarães, no entanto, afirmou que "seria bom" se o governo levasse em consideração as ideias defendidas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que endossa um projeto que acaba com o financiamento privado de campanhas e determina a eleição para o Legislativo em dois turnos – um no partido e outro no candidato.

O plenário da Câmara iniciou por volta das 19h a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) 182/2007, que trata da reforma política e do sistema eleitoral brasileiro. A ela foram apensadas todas as 154 PECs que tratam de reforma política em tramitação na Casa. 

Com informações da Câmara Federal