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Governo propõe data-base em 2 parcelas neste ano

Em reunião com sindicatos e associações de servidores públicos na manhã desta terça-feira, 2, na Secretaria de Planejamento, o governo do Estado fez a proposta de pagar os 8,34% da data-base dos servidores em duas parcelas, e não mais em três, e as duas ainda neste ano; pela proposta, a primeira parcela referente ao mês de maio, com 4,17%, seria paga no dia 20 junho e os outros 4,17% em novembro, pago em dezembro; o impacto em maio seria de R$ 8.486.334,26 e a partir de novembro, de R$ 16.972.668,52; a proposta ainda será avaliada pelos sindicatos, mas mostra um avanço nas negociações; a reunião tem participação dos secretários do Planejamento, David Torres, Administração, Geferson Barros, da Fazenda, do procurador-geral, Sérgio do Vale, além do deputado Paulo Mourão (PT), líder do governo

Em reunião com sindicatos e associações de servidores públicos na manhã desta terça-feira, 2, na Secretaria de Planejamento, o governo do Estado fez a proposta de pagar os 8,34% da data-base dos servidores em duas parcelas, e não mais em três, e as duas ainda neste ano; pela proposta, a primeira parcela referente ao mês de maio, com 4,17%, seria paga no dia 20 junho e os outros 4,17% em novembro, pago em dezembro; o impacto em maio seria de R$ 8.486.334,26 e a partir de novembro, de R$ 16.972.668,52; a proposta ainda será avaliada pelos sindicatos, mas mostra um avanço nas negociações; a reunião tem participação dos secretários do Planejamento, David Torres, Administração, Geferson Barros, da Fazenda, do procurador-geral, Sérgio do Vale, além do deputado Paulo Mourão (PT), líder do governo (Foto: Aquiles Lins)

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Tocantins 247 - Governo do Estado e sindicatos e associações que representam servidores públicos se reúnem novamente nesta terça-feira, 2, deste vez na Secretaria de Planejamento, para discutir o pagamento da data-base dos servidores públicos.

O governo fez a proposta de pagar os 8,34% da data-base dos servidores em duas parcelas, e não mais em três, e as duas ainda neste ano. Pela proposta apresentada, a primeira parcela referente ao mês de maio, com 4,17%, seria paga no dia 20 junho e o restante em novembro, pago em dezembro. O impacto em maio seria de R$ 8.486.334,26 e a partir de novembro, de R$ 16.972.668,52.

Segundo o Governo, o pagamento em parcela única não tem viabilidade, tendo em vista que o impacto financeiro supera a capacidade de pagamento anual do Estado. O pagamento em duas vezes, segundo a comissão de secretários estaduais que se reúne com os sindicatos, é passível de estudo para implementação, somente deixando-se para 2016 a negociação das progressões de 2014 e 2015 e seus passivos, e desde que acordado pela maioria absoluta das categorias representantes dos servidores.

A proposta ainda será avaliada pelos sindicatos, que devem se reunir na sede do Sindicatos dos Servidores Públicos Estaduais (Sisepe) ainda nesta terça-feira, mas mostra um avanço nas negociações.

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A reunião tem participação dos secretários do Planejamento, David Torres, Administração, Geferson Barros, da Fazenda, do procurador-geral, Sérgio do Vale, além do deputado Paulo Mourão (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa.

Nessa segunda-feira, cerca de 20 representantes de sindicatos aguardaram por mais de três horas para serem recebidos pelo governador Marcelo Miranda (PMDB) no Palácio Araguaia. Eles queriam discutir diretamente com o chefe do Executivo o pagamento da data-base. A reunião acabou acontecendo na Secretaria da Administração, onde o governo se comprometeu a apresentar uma nova proposta para a reposição das perdas salariais com a inflação nos últmos 12 meses.

O governo do Estado havia apresentado à categoria proposta de pagamento de 1% na folha de maio, paga em junho, e 3,3407% e 4% em janeiro e maio de 2016, respectivamente, totalizando o percentual de 8,3407%. A proposta foi rejeitada pelos sindicatos.

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