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Governo vence 1º batalha e folha integral é paga

Já está na conta dos mais de 50 mil servidores públicos estaduais o salário integral do mês de dezembro; mesmo atrasada e com ameaça de vir parcelada em quatro vezes, o governo do Estado conseguiu R$ 258 milhões para quitar o débito; governador Marcelo Miranda (PMDB) conseguiu administrar o primeiro grande desafio de sua nova gestão recebe voto de confiança dos servidores, apesar dos salários de janeiro, fevereiro e março serão pagos no dia 13 e não no dia 30 para a adequação das contas do Estado

Já está na conta dos mais de 50 mil servidores públicos estaduais o salário integral do mês de dezembro; mesmo atrasada e com ameaça de vir parcelada em quatro vezes, o governo do Estado conseguiu R$ 258 milhões para quitar o débito; governador Marcelo Miranda (PMDB) conseguiu administrar o primeiro grande desafio de sua nova gestão recebe voto de confiança dos servidores, apesar dos salários de janeiro, fevereiro e março serão pagos no dia 13 e não no dia 30 para a adequação das contas do Estado (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - O governo do Estado conseguiu vencer a primeira grande batalha destes 13 dias da administração comandada por Marcelo Miranda (PMDB). Já está na conta dos mais de 50 mil servidores públicos estaduais o salário integral do mês de dezembro. Foram R$ 258 milhões injetados na economia do estado.

Tendo recebido de Sandoval Cardoso (SD) uma máquina com R$ 3 milihões negativos no caixa, o novo governo enfatizou que o pagamento da folha foi deixada pela gestão anterior e que a liquidação dele nesta terça foi possível após uma série de tentativas de solução administrativa.

No dia 3, o Palácio Araguaia anunciou que o salário de dezembro, que deveria ter sido pago dia 30, seria dividido em quatro parcelas. O anúncio gerou gerou reação imediata dos sindicatos dos servidores, que chegaram a ameaçar até ir à Justiça se o governo não revisse a decisão. A Defensoria Pública também se manifestou e enviou recomendação ao governo para que não parcelasse o salário.

No dia 7, o Palácio anunciou que não dividiria mais o pagamento, mas admitiu que ainda não sabia como liquidá-lo. Os sindicatos queriam que o governo utilizasse repasse do Fundo de Participação do Estado (FPE) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que receberia na sexta-feira, 9. Foi o que o governo fez, alegando inclusive um repasse inesperado do FPE, com R$ 37 milhões a mais.

De toda forma, anunciou que os salários de janeiro, fevereiro e março serão pagos no dia 13 e não no dia 30 para a adequação das contas do Estado, o que desagradou os sindicatos. (Com informações do Portal CT)