Grafiteiro é detido ao tentar revitalizar trabalho apagado por Doria

Mauro Neri da Silva, autor dos famosos grafites "Veracidade", foi detido ao tentar revitalizar uma de suas obras, próxima ao Parque do Ibirapuera, que foi apagada pela gestão de João Doria; ele foi assistido por advogados e liberado no início da tarde: "Que a gente pare de criminalizar a pixação e comece a entender que isso faz parte de um movimento inerente", disse ao sair da delegacia

Mauro Neri da Silva, autor dos famosos grafites "Veracidade", foi detido ao tentar revitalizar uma de suas obras, próxima ao Parque do Ibirapuera, que foi apagada pela gestão de João Doria; ele foi assistido por advogados e liberado no início da tarde: "Que a gente pare de criminalizar a pixação e comece a entender que isso faz parte de um movimento inerente", disse ao sair da delegacia
Mauro Neri da Silva, autor dos famosos grafites "Veracidade", foi detido ao tentar revitalizar uma de suas obras, próxima ao Parque do Ibirapuera, que foi apagada pela gestão de João Doria; ele foi assistido por advogados e liberado no início da tarde: "Que a gente pare de criminalizar a pixação e comece a entender que isso faz parte de um movimento inerente", disse ao sair da delegacia (Foto: Aquiles Lins)
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Da Revista FórumQualquer morador mais atento de São Paulo, principalmente aquele que circula nas regiões centrais, certamente já se deparou com a frase "Veracidade" ou com obras de Mauro Neri da Silva pelos muros. Ele é considerado hoje um dos grafiteiros mais famosos da cidade, mas agora seu trabalho pode ser considerado crime.

Ele foi detido na manhã desta sexta-feira (27) pela polícia ao tentar revitalizar uma de suas obras, próxima ao Parque do Ibirapuera, que foi apagada pela gestão Doria em uma guerra declarada aos pixadores e grafiteiros. O caso repercutiu nas redes sociais e rapidamente o vereador Toninho Vespoli (PSOL), bem como advogados, foram até a Delegacia de Crimes Ambientais para auxiliar o artista.

Liberado poucas horas depois, Mauro falou com a imprensa.

"Que a gente pare de criminalizar a pixação e comece a entender que isso faz parte de um movimento inerente".

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