Gravação da JBS coloca Ciro Nogueira no olho da crise

Atuante nos bastidores e articulador, o senador Ciro Nogueira (PP) se vê agora no olho da crise política de Brasília e exposto aos holofotes da mídia, onde ele nunca fez questão de estar; Ciro Nogueira ganhou notoriedade na última semana, quando que vieram à tona os desastrados áudios que levaram à prisão dos executivos da J&F, os delatores Joesley Batista e Ricardo Saud; o PP é um dos partidos mais hegemônicos na Esplanada, depois do PMDB; legenda controla a presidência da Caixa Econômica Federal e os cobiçados ministérios da Saúde e da Agricultura

Em discurso, senador Ciro Nogueira (PP-PI).
 
 
Em discurso, senador Ciro Nogueira (PP-PI).     (Foto: José Barbacena)

Piauí 247 - Atuante nos bastidores e articulador, o senador Ciro Nogueira (PP) se vê agora no olho da crise política de Brasília e exposto aos holofotes da mídia, onde ele nunca fez questão de estar.

Ciro Nogueira ganhou notoriedade na última semana, quando que vieram à tona os desastrados áudios que levaram à prisão dos executivos da J&F, os delatores Joesley Batista e Ricardo Saud.

Pouco antes da gravação dos diálogos, a dupla da JBS havia grampeado justamente uma conversa com Ciro, na tentativa de incriminá-lo. Em depoimento à Polícia Federal na segunda-feira, Joesley e Saud afirmaram que o objetivo do grampo era provar o pagamento de uma propina de R$ 500 mil a Ciro, além do caixa dois na campanha de 2016.

O PP, integrante do chamado "Centrão", é um dos partidos mais hegemônicos na Esplanada, depois do PMDB. O partido controla a presidência da Caixa Econômica Federal e os cobiçados ministérios da Saúde e da Agricultura.

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