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Gravações: “Só ponho a mão no fogo por mim”, diz Eunício

Em entrevista a uma rádio de Fortaleza, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) afirmou que não pode defender os colegas de partido envolvidos em gravações com o ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado. “Só ponho a mão no fogo por mim, eu não posso defender ninguém sem eu saber e não ter participado de conversa”, disse. Ele declarou também que quem cometeu erros “tem que pagar” e criticou as delações premiadas. "O Brasil virou esse pandemônio de delações de pessoas que roubam e depois vão fazer isso pra se livrar do roubo”

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Em entrevista a uma rádio de Fortaleza, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) afirmou que não pode defender os colegas de partido envolvidos em gravações com o ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado. “Só ponho a mão no fogo por mim, eu não posso defender ninguém sem eu saber e não ter participado de conversa”, disse. Ele declarou também que quem cometeu erros “tem que pagar” e criticou as delações premiadas. "O Brasil virou esse pandemônio de delações de pessoas que roubam e depois vão fazer isso pra se livrar do roubo” (Foto: Rodrigo Rocha)
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Ceará247 - O senador Eunício Oliveira, líder do PMDB, afirmou em entrevista à Rádio O Povo CBN, nesta sexta-feira (27), que não pode defender os colegas de partido - Romero Jucá (RR), Renan Calheiros (AL) e José Sarney (AP) - envolvidos em gravações com o ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado. “Só ponho a mão no fogo por mim, eu não posso defender ninguém sem eu saber e não ter participado de conversa”, disse.

 O cearense, no entanto, afirmou que na primeira conversa divulgada Renan Calheiros estava defendendo nova lei sobre as delações.  "O Renan já tinha declarado a mesma coisa que ele declarava na discussão pública", argumentou. "Quanto aos novos áudios", continua, "o que aconteceu entre o Renan e o Sérgio Machado eu não sei, não conheço e não defendo".

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Eunício criticou ainda os acordos de deleção premiada, embora afirme que quem cometeu erros, independente de ser do PMDB, “tem que pagar”. "Essas gravações feitas pelo seu Sérgio Machado clandestinamente induzindo um homem com Sarney de 87 anos e no hospital para tentar salvar sua pele (...) é lamentável", disse. "O Brasil virou esse pandemônio de delações de pessoas que roubam e depois vão fazer isso pra se livrar do roubo”, completou. 

(Com informações do jornal O Povo)

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