Greve dos professores do Recife completa uma semana

Greve dos professores da rede de ensino municipal completa um semana sem que haja a perspectiva de um acordo coma adminsitração municipal; paralisação, que foi decretada ilegal pela Justiça antes de começar, tem uma adesão de 80% dos docentes municipais, segundo o sindicato da categoria; PCR diz que o movimento é normal em 92% das escolas e afirma que só voltará a negociar após o término da greve; professores querem um reajuste de 11,35%, porém a prefeitura condicionou o aumento a um crescimento da receita

Greve dos professores da rede de ensino municipal completa um semana sem que haja a perspectiva de um acordo coma adminsitração municipal; paralisação, que foi decretada ilegal pela Justiça antes de começar, tem uma adesão de 80% dos docentes municipais, segundo o sindicato da categoria; PCR diz que o movimento é normal em 92% das escolas e afirma que só voltará a negociar após o término da greve; professores querem um reajuste de 11,35%, porém a prefeitura condicionou o aumento a um crescimento da receita
Greve dos professores da rede de ensino municipal completa um semana sem que haja a perspectiva de um acordo coma adminsitração municipal; paralisação, que foi decretada ilegal pela Justiça antes de começar, tem uma adesão de 80% dos docentes municipais, segundo o sindicato da categoria; PCR diz que o movimento é normal em 92% das escolas e afirma que só voltará a negociar após o término da greve; professores querem um reajuste de 11,35%, porém a prefeitura condicionou o aumento a um crescimento da receita (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - A Prefeitura da Cidade do Recife (PCR) e os professores da rede de ensino municipal enfrentam um impasse para colocar um fim a greve da categoria que já dura uma semana. A paralisação, que foi decretada ilegal pela Justiça antes de começar, tem uma adesão de 80% dos docentes municipais, segundo o sindicato da categoria. A PCR, por sua vez, diz que o movimento é normal em 92% das unidades de ensino e afirma que só voltará a negociar após o término da greve.

Os professores pleiteiam um reajuste de 11,35% para todos os níveis, além do cumprimento do plano de cargos e carreiras. A PCR, porém, havia oferecido este percentual apenas para uma parte da categoria, que recebe abaixo do piso. A administração municipal também condicionou o reajuste a um aumento de receita.

Caso isso aconteça, o aumento poderá chegar a 10,67%, repondo a inflação do período, um reajuste linear de 5% para os funcionários que ganham abaixo de R$ 1,7 mil já em março e reajuste de 10,67% do vale-alimentação em agosto.

 

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