Greve Geral começa com bloqueios em garagens de ônibus em Porto Alegre
As mobilizações de trabalhadores para o Dia Nacional de Greve Geral em Porto Alegre começou já na madrugada desta sexta-feira (28) com piquetes em frente às garagens das empresas de ônibus da Capital; até às 7h55, nenhum ônibus havia entrado em circulação; as manifestações são contra as reformas trabalhista e da Previdência propostas pelo governo Temer; diante da garagem da Carris, no Partenon, cercam de 100 manifestantes de entidades e movimentos sociais como CTB, CSP-Conlutas, CUT, Conlutas, Simpa, entre outros, se mobilizavam desde o horário marcado para o início da circulação dos coletivos, às 3h45
Gregório Mascarenhas, Sul 21 - As mobilizações de trabalhadores para o Dia Nacional de Greve Geral em Porto Alegre começou já na madrugada desta sexta-feira (28) com piquetes em frente às garagens das empresas de ônibus da Capital. Até às 7h55, nenhum ônibus havia entrado em circulação. As manifestações são contra as reformas trabalhista e da Previdência propostas pelo governo Temer.
Diante da garagem da Carris, no Partenon, cercam de 100 manifestantes de entidades e movimentos sociais como CTB, CSP-Conlutas, CUT, Conlutas, Simpa, entre outros, se mobilizavam desde o horário marcado para o início da circulação dos coletivos, às 3h45. Uma viatura da EPTC e outra da Brigada Militar acompanham a situação, mas ainda não tomaram medidas para forçar a saída dos ônibus.
Segundo Guiomar Vidor, presidente da central sindical CTB-RS, os piquetes se replicam diante das garagens das outras empresas e também em Viamão e Gravataí. Até o momento, nenhum ônibus tentou entrar em circulação, segundo o presidente do Sindicato dos Rodoviários da Capital, Adair da Silva. Esta informação também foi confirmada pela EPTC pelo Twitter. Adair acrescentou ainda, por volta das 5h40, que a adesão à greve era de 100% da categoria.
Também pelo Twitter, a Trensurb informou que o trem metropolitano não está operando em razão do bloqueio de vias feito por movimentos sociais e a paralisação de trabalhadores.
Também foram registrados bloqueios parciais e totais de rodovias, como a BR-116, na altura de São Leopoldo, a BR-386, em Nova Santa Rita, a BR-290, na Ponte do Guaíba, e em vias da Capital, como as avenidas Baltazar de Oliveira Garcia e Mauá, onde ocorreu queima de pneus.
Por volta das 6h, a EPTC informou que autorizou o transporte de passageiros por uma frota de cerca de 300 ônibus escolares, com tarifa a R$ 5. Lotações também operam na Capital.