Grupo João Santos, um dos maiores do setor cimenteiro, decreta falência

Grupo empresarial João Santos, que chegou a deter 13% do mercado nacional de cimentos e detinha a marca Nassau, decretou, oficialmente, sua falência no último final de semana; com 12 fábricas espalhadas por diversos estados do Nordeste, a produção do grupo era de cerca de 6,4 milhões de toneladas mensais de cimento; conglomerado também atuava nas áreas de açúcar e álcool, papel e celulose, além de possuir uma rede de comunicação

Grupo empresarial João Santos, que chegou a deter 13% do mercado nacional de cimentos e detinha a marca Nassau, decretou, oficialmente, sua falência no último final de semana; com 12 fábricas espalhadas por diversos estados do Nordeste, a produção do grupo era de cerca de 6,4 milhões de toneladas mensais de cimento; conglomerado também atuava nas áreas de açúcar e álcool, papel e celulose, além de possuir uma rede de comunicação
Grupo empresarial João Santos, que chegou a deter 13% do mercado nacional de cimentos e detinha a marca Nassau, decretou, oficialmente, sua falência no último final de semana; com 12 fábricas espalhadas por diversos estados do Nordeste, a produção do grupo era de cerca de 6,4 milhões de toneladas mensais de cimento; conglomerado também atuava nas áreas de açúcar e álcool, papel e celulose, além de possuir uma rede de comunicação (Foto: Paulo Emílio)
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O grupo empresarial João Santos, que chegou a deter 13% do mercado nacional de cimentos e detinha a marca Nassau, decretou, oficialmente, sua falência no último final de semana. Com 12 fábricas espalhadas por diversos estados do Nordeste, a produção do grupo era de cerca de 6,4 milhões de toneladas mensais de cimento. O grupo pernambucano também atuava nas áreas de açúcar e álcool, papel e celulose, além de possuir uma rede de comunicação, a Rede Tribuna, com atuação em Pernambuco e no Espírito Santo.

O pedido de falência decorre de uma briga familiar pelo controle do grupo que se abriu logo após a morte do patriarca João Pereira dos Santos, falecido em 2009 aos 101 anos. Em 2010, o patrimônio do grupo foi avaliado em cerca de R$ 5 bilhões.

 

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