Grupo mineiro estuda participação no processo de venda da Celg

Energisa é o sexto maior Grupo de distribuição de energia do Brasil; "a Celg é um ativo bem sinérgico com a gente. Realmente já estamos ali no Centro-Oeste. É um ativo que faz senso também", afirma diretor financeiro e de relações com investidores da Energisa, Maurício Botelho; governo federal trabalha com a expectativa de que a Celg seja leiloada por R$ 8,5 bilhões; Goiás deverá utilizar 100% da sua parte das receitas obtidas com o leilão, cerca de R$ 4 bilhões, em projetos de infraestrutura para escoamento da produção e aumento da competitividade do estado nos mercados nacional e internacional

Energisa é o sexto maior Grupo de distribuição de energia do Brasil; "a Celg é um ativo bem sinérgico com a gente. Realmente já estamos ali no Centro-Oeste. É um ativo que faz senso também", afirma diretor financeiro e de relações com investidores da Energisa, Maurício Botelho; governo federal trabalha com a expectativa de que a Celg seja leiloada por R$ 8,5 bilhões; Goiás deverá utilizar 100% da sua parte das receitas obtidas com o leilão, cerca de R$ 4 bilhões, em projetos de infraestrutura para escoamento da produção e aumento da competitividade do estado nos mercados nacional e internacional
Energisa é o sexto maior Grupo de distribuição de energia do Brasil; "a Celg é um ativo bem sinérgico com a gente. Realmente já estamos ali no Centro-Oeste. É um ativo que faz senso também", afirma diretor financeiro e de relações com investidores da Energisa, Maurício Botelho; governo federal trabalha com a expectativa de que a Celg seja leiloada por R$ 8,5 bilhões; Goiás deverá utilizar 100% da sua parte das receitas obtidas com o leilão, cerca de R$ 4 bilhões, em projetos de infraestrutura para escoamento da produção e aumento da competitividade do estado nos mercados nacional e internacional (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - O grupo mineiro Energisa estuda a participação no processo de venda da Celg D, que é controlada pela Eletrobras e que o governo pretende privatizar até o fim do ano”, informa matéria do Valor Econômico.

O governo federal trabalha com a expectativa de que a Celg seja leiloada por R$ 8,5 bilhões. Goiás deverá utilizar 100% da sua parte das receitas obtidas com o leilão, cerca de R$ 4 bilhões, em projetos de infraestrutura para escoamento da produção e aumento da competitividade do estado nos mercados nacional e internacional.

"A Celg é um ativo bem sinérgico com a gente. Realmente já estamos ali no Centro-Oeste. É um ativo que faz senso também. Tudo depende de condições, de como vai ser [o processo de venda), quais serão as obrigações da concessão", afirma o diretor financeiro e de relações com investidores da Energisa, Maurício Botelho, ao jornal

A Celg foi federalizada, ficando sob gestão da Eletrobras, e depois incluída, em maio deste ano, no Programa Nacional de Desestatização. A Eletrobras detém 51% das ações e o governo do Estado os outros 49%. O BNDES é o gestor da venda e contratou a Corporação Financeira Internacional, do Banco Mundial, para desenhar a modelagem que está em fase de precificação.

O Grupo Energisa é uma holding de capital aberto composta por dezoito empresas, sendo 13 delas empresas de distribuição, o que a torna o sexto maior Grupo de distribuição de energia do Brasil.

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