Guarda Municipal vai atuar nas UPAs para conter violência
As nove Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Belo Horizonte passaram a contar com a presença fixa de Guardas Municipais em consequência das denúncias de violências sofridas por funcionários. Um caso simbólico é da UPA Nordeste; funcionários da unidade, no bairro São Paulo, fizeram um protesto para chamar atenção das autoridades e exigir reforço na segurança; pelo menos cinco médicos teriam sido agredidos na UPA Nordeste nas últimas duas semanas, de acordo com o Sinmed-MG
Minas 247 - As nove Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Belo Horizonte passaram a contar com a presença fixa de Guardas Municipais em consequência das denúncias de violências sofridas por funcionários. Um caso simbólico é da UPA Nordeste. Funcionários da unidade, no bairro São Paulo, fizeram um protesto nesta terça-feira (18), para chamar atenção das autoridades e exigir reforço na segurança.
Pelo menos cinco médicos teriam sido agredidos na UPA Nordeste nas últimas duas semanas, de acordo com o Sindicatos dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed-MG). Outros servidores também foram alvos de agressões físicas e verbais.
A Secretaria Municipal de Saúde informou que "monitora de forma frequente a situação nas unidades de saúde em que há relatos de violência e trabalha para atender as demandas da população e trabalhadores". O relato foi publicado no site Hoje em Dia. "As solicitações feitas pela comunidade e trabalhadores são avaliadas pela gestão, juntamente com o Conselho Local de Saúde", esclareceu em nota.
A Guarda Municipal disse que, atualmente, 90 postos contam com agentes, em dias alternados. “Toda a rede tem sua segurança garantida com patrulhamento preventivo motorizado”, informa nota enviada.