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Guimarães denuncia engodo de governistas

O deputado federal José Guimarães (PT-CE) líder da minoria, criticou as declarações do presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia, à Folha de São Paulo, de que vai engavetar uma eventual Medida Provisória a ser editada por Michel Temer sobre pontos da reforma trabalhista aprovada ontem. "Se alguém confiou no acordo com golpistas, agora fica claro que são incapazes de cumpri-los" 

O deputado federal José Guimarães (PT-CE) líder da minoria, criticou as declarações do presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia, à Folha de São Paulo, de que vai engavetar uma eventual Medida Provisória a ser editada por Michel Temer sobre pontos da reforma trabalhista aprovada ontem. "Se alguém confiou no acordo com golpistas, agora fica claro que são incapazes de cumpri-los"  (Foto: Fatima 247)

Ceará 247 - O deputado federal José Guimarães (PT-CE) líder da minoria, criticou as declarações do presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia, de que vai engavetar uma eventual Medida Provisória a ser editada por Michel Temer sobre pontos da reforma trabalhista aprovada ontem.

"Se alguém confiou no acordo com golpistas, agora fica claro que são incapazes de cumpri-los. A reforma trabalhista foi aprovada e não haverá medida provisória para corrigir os absurdos do texto, como a permissão para grávidas trabalharem em locais insalubres" afirmou o parlamentar em suas redes sociais. 

Para aprovar ontem, no Senado, a reforma trabalhista, governistas haviam declarado que Temer editaria uma MP para rever alguns pontos do texto, entre eles, o que libera mulheres grávidas e lactantes para trabalho insalubre. Em entrevista à Folha de São Paulo, Rodrigo Maia afirmou que chega de mentiras. "Não participamos de nenhum acordo. Queremos reformar o Brasil. Chega de mentiras". 

No seu twitter, logo após a aprovação, Rodrigo Maia já havia antecipado a decisão. "A Câmara não aceitará nenhuma mudança na lei. Qualquer MP não será reconhecida pela Casa".

A reforma trabalhista foi aprovada após horas de uma sessão tumultuada, na qual as senadoras da oposição tentavam alterar trechos do projeto, principalmente o capítulo que trata do trabalho de grávidas e lactantes, um dos maiores retrocessos do texto aprovado ontem. Caso tivessem conseguido alterar qualquer item, o projeto teria que voltar à Câmara Federal para nova votação.