H1N1: medo leva centenas à clínica de vacinação
Centenas de pessoas procuraram, ainda de madrugada, em Maceió, uma clínica particular na tentativa de buscarem imunização contra o vírus H1N1; nessa quarta-feira (6) o médico anestesista Osman Catarina morreu na Santa Casa de Misericórdia com suspeita de complicações decorrentes da gripe; causa da morte está sendo investigada pela Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro
Alagoas 247 - O medo de uma epidemia de gripe H1N1 levou centenas de pessoas a uma clínica particular localizada no bairro de Mangabeiras, em Maceió, nesta quinta-feira (7). Os pacientes chegaram ainda na madrugada e enfrentaram longas filas em busca de vacinas contra o vírus.
Não é a primeira vez que a clínica fica lotada por pacientes que tentam se imunizar. Na última semana, a vacinação chegou a ser suspensa, depois que um primeiro lote de vacinas acabou.
Nesta manhã, para tentar organizar a entrada de pacientes, funcionários das clínicas distribuíram fichas para controlar a entrada dos clientes. Um segurança fazia o controle na porta do estabelecimento, que fica ao lado do viaduto Industrial João Lyra.
A vacina contra o vírus H1N1 custa R$ 90. São considerados grupos prioritários crianças e idosos.
MORTE
Nessa quarta-feira (6), o médico anestesista Osman Catarina morreu na Santa Casa de Misericórdia com suspeita de complicações decorrentes do H1N1. O médico estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com uma síndrome aguda respiratória. A causa da morte será confirmada após resultados de exames realizados pela Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.
Com gazetaweb.com
