Haddad diz não ter como cumprir decisão sobre precatórios

 O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse neste sábado (28) que será impossível cumprir a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) que determina o pagamento de todas as dívidas judiciais em atraso, os chamados precatórios, até 2020; de acordo com Haddad, para poder arcar com decisão, o municípios, que atualmente gasta 3% da sua receita corrente líquida com este tipo de despesa, teria que elevar este índice para cerca de 10%; "O impossível é sair, hoje, de um patamar de comprometimento de 3% para um de 10% ou 12%. Pode comprometer a futura administração, muito mais do que a minha", disse

 O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse neste sábado (28) que será impossível cumprir a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) que determina o pagamento de todas as dívidas judiciais em atraso, os chamados precatórios, até 2020; de acordo com Haddad, para poder arcar com decisão, o municípios, que atualmente gasta 3% da sua receita corrente líquida com este tipo de despesa, teria que elevar este índice para cerca de 10%; "O impossível é sair, hoje, de um patamar de comprometimento de 3% para um de 10% ou 12%. Pode comprometer a futura administração, muito mais do que a minha", disse
 O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse neste sábado (28) que será impossível cumprir a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) que determina o pagamento de todas as dívidas judiciais em atraso, os chamados precatórios, até 2020; de acordo com Haddad, para poder arcar com decisão, o municípios, que atualmente gasta 3% da sua receita corrente líquida com este tipo de despesa, teria que elevar este índice para cerca de 10%; "O impossível é sair, hoje, de um patamar de comprometimento de 3% para um de 10% ou 12%. Pode comprometer a futura administração, muito mais do que a minha", disse (Foto: Paulo Emílio)

SP 247 - O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse neste sábado (28) que será impossível cumprir a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) que determina o pagamento de todas as dívidas judiciais em atraso, os chamados precatórios, até 2020.

De acordo com Haddad, para poder arcar com decisão, o municípios, que atualmente gasta 3% da sua receita corrente líquida com este tipo de despesa, teria que elevar este índice para cerca de 10%. "O impossível é sair, hoje, de um patamar de comprometimento de 3% para um de 10% ou 12%. Pode comprometer a futura administração, muito mais do que a minha, sobretudo a de 2017 a 2020", avaliou. Ele, porém, não citou nenhuma alternativa sobre o assunto.

Até dezembro do ano passado, os precatórios paulistas chegavam a R$ 17,4 bilhões, correspondendo a 12,9% da receita total do Estado. Na capital, contudo, os precatórios somam R$ 15,6 bilhões, 41,6% da receita municipal.

"Essa dívida não foi feita por mim nem pelo meu antecessor. Teve origem nos anos 1980 ou 1990. Meu papel é buscar uma solução para uma herança difícil de ser administrada. Em São Paulo, com toda a certeza, fui o prefeito que mais pagou precatórios na história da cidade", assegurou.

 

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