Haddad: Golpe é uma palavra um pouco dura

O prefeito de São Paulo e candidato à reeleição, Fernando Haddad (PT), disse nesta quarta (10), que considera a palavra “golpe” muito forte para classificar o impeachment da presidente Dilma Rousseff. A declaração dada durante entrevista à Rádio e à TV Estadão; na oportunidade, o prefeito de São Paulo disse que “Golpe é uma palavra um pouco dura, que lembra a ditadura militar. O uso da palavra golpe lembra armas e tanques na rua”, afirmou

SÃO PAULO, SP - 04.11.2013: COLETIVA/HADDAD/SP - O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, concede entrevista coletiva para falar sobre as medidas a prefeitura está tomando para combater a corrupção. (Foto: Ze Carlos Barretta/Folhapress)
SÃO PAULO, SP - 04.11.2013: COLETIVA/HADDAD/SP - O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, concede entrevista coletiva para falar sobre as medidas a prefeitura está tomando para combater a corrupção. (Foto: Ze Carlos Barretta/Folhapress) (Foto: Valter Lima)
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247- O prefeito de São Paulo e candidato à reeleição, Fernando Haddad (PT), disse nesta quarta (10), que considera a palavra “golpe” muito forte para classificar o impeachment da presidente Dilma Rousseff. A declaração dada durante entrevista à Rádio e à TV Estadão. Na oportunidade, o prefeito de São Paulo disse que “Golpe é uma palavra um pouco dura, que lembra a ditadura militar. O uso da palavra golpe lembra armas e tanques na rua”, afirmou.

A opinião dele diverge do discurso do PT, que classifica o presidente em exercício, Michel Temer, como “golpista”. Haddad considera “casuísmo” o processo de impedimento que tramita no Senado. “Não me parece de bom tom o que vem acontecendo: um vice se insurgir contra a cabeça de chapa”, declarou.

Quando questionado se pretende contar com a presença de Dilma em seu palanque e no horário eleitoral gratuito na TV durante o processo eleitoral, Haddad desconversou. “Ela está vivendo um momento difícil e me solidarizo. Sobrecarregá-la mais com esse tipo de abordagem não seria justo. Seria desrespeitoso tratar um drama desse pensando se dá voto ou não”.

O prefeito argumentou que na eleição de 2012 fazia sentido usar a imagem de Dilma. “Eu não era conhecido. Nesse caso, fazia sentido terceiros apresentarem o candidato. Agora não”.

 

 

 

 

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