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Haddad presta contas de plano anti-enchentes

Cobrado por 247, prefeito de São Paulo relata providências já tomadas contra enchentes; secretário Francisco Macena (acima), das Subprefeituras, afirma que administração limpou 90 mil bocas-de-lobo, 231 quilômetros de córregos e 90 quilômetros de ramais e galerias; "graças a esse conjunto de ações, alagamentos baixaram rapidamente após as cheias de ontem", disse; secretário Jilmar Tatto, dos Transportes, anunciou licitação para soterrar fios de semáforos; chuvas desta sexta trouxeram mais transtorno

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Marco Damiani _247 – O caos verificado na cidade de São Paulo em razão das chuvas da quinta-feira 14 e da sexta-feira 15 poderia ter sido maior, segundo a Prefeitura, caso não estivesse sendo executado, desde o início do mês passado (e, portanto, também da gestão Fernando Haddad) o plano emergencial contra enchentes. Esta foi a posição da prefeitura de São Paulo, depois de ter sido cobrada por 247 (leia mais em "Onde está o plano, Haddad"). 

Haddad escalou dois secretários para fazerem um balanço sobre as ações anti-enchente: Francisco Macena, das subprefeituras, e Jilmar Tatto, dos Transportes. "Nesse período, nossas equipes limparam 90 mil bocas-de-lobo, 231 quilômetros de córregos e 90 quilômetros de ramais e galerias. Retiramos 1,4 mil toneladas de entulho e lixo das ruas, que iriam para os subterrâneos. Esse trabalho deu resultado. O plano funcionou", disse Macena. Ele informou, ainda, que "todos os 84 pontos nos quais foram registrados alagamentos (na quinta 14) receberam serviços de limpeza após as ocorrências. Essa rapidez foi fundamental para termos um dia de normalidade no trânsito logo pela manhã".

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O secretário lembrou que nem São Paulo e muito menos a Grande São Paulo têm um plano macro de combate às enchentes. Esse plano está sendo desenhado em conjunto com o governo do Estado. Da parte municipal, dois piscinões serão construídos na bacia do rio Pinheiros e mais dois na bacia do Aricanduva.

Semáforos

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O secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, informou que a pasta irá abrir licitação no para que os fios que acionam os semáforos da cidade passem a ficar debaixo do calçamento – em lugar de estarem numa rede aérea, como atualmente. Mais de 150 desses equipamentos entraram em pane durante as chuvas dos últimos dois dias. Ele disse que irá se reunir com a AES Eletropaulo para descobrir por que ainda não foram instalados pela empresa os 200 no-breaks comprados ainda na administração de Gilberto Kassab. "Tenho a informação de que apenas 20 foram instalados e quero saber o que acontece com os outros 180", asseverou. Tatto já pediu audiência com o presidente da companhia privada.

O transtorno, no entanto, voltou com as chuvas desta sexta-feira.

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Leia, abaixo, noticiário da Agência Brasil:

Paulistano volta a sofrer com transtornos causados pela chuva forte

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Daniel Mello

Repórter da Agência Brasil

São Paulo – O paulistano voltou a sofrer com os transtornos causados pela chuva forte que atingiu a capital paulistano no começo da tarde de hoje (15). O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) registrou, às 20h18 havia, nove pontos de alagamento na cidade, cinco deles intransitáveis. Na região da Lapa, uma das mais prejudicadas pelo temporal de ontem (14), os alagamentos impediam a passagem de motoristas e pedestres em três locais.

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No mesmo horário, a cidade apresentava 44 quilômetros de lentidão, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). O órgão constatou, a partir das 17h, problemas com pelo menos 40 semáforos, além da queda de 11 árvores em vias. Em um dos casos, no bairro do Mandaqui, zona norte paulistana, a vítima precisou da ajuda dos bombeiros para sair do veículo atingido por uma árvore.

A chuva provocou ainda o fechamento do Aeroporto de Congonhas por três vezes. Na última vez, as atividades do terminal ficaram interrompidas das 18h25 as 19h16.

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